Colunistas
 
 
Leodário Schuster
Empresário
leodario.schuster@terra.com.br
 
 
24/06/2016
 
Um país difícil de compreender
Como sempre o país termina o dia com um norte e recomeça o próximo completamente fora de rumo. Não é propósito defender, nem dar razões, apenas comentar que dentre tantas coisas de superior importância o Supremo deu guarida a um pedido contra o Deputado Jair Bolsonaro. Está certo, ele é polêmico, muitas vezes desmedido com suas ideias de rota segura para um país com tantas ideologias. Ora, todos sabem, ao menos os que raciocinam sem paixão, que Bolsonaro não é incitador ao estupro, basta saber um pouquinho da língua pátria para entender que ele, muito antes pelo contrário tem se mostrado um intransigente defensor dos bons costumes, inclusive com projeto de lei dormindo placidamente nos porões ou gavetas da Câmara dos Deputados versando exatamente sobre o tema. É também pertinente dizer que a Deputada Maria do Rosário é exagerada e fundamentalista ao expor seus princípios políticos. Extremista e de difícil entendimento da vida em sociedade. Porém não é momento para entrar nessa seara, mas sim questionar às nossas “consciências” se o Supremo não tem coisas de maior fundamento para dar guarida do que uma discussão parlamentar que não leva a nada, ou será que estão querendo imputar ao Bolsonaro motivação aos estupros coletivos acontecidos nessa pátria dos aloprados? É sabido, desde os tempos remotos que certos atos humanos quanto mais noticiados, mais acontecem, dentre eles o estupro e o suicídio. Então se alguém tem que ser calado nesses casos é a desproporcional divulgação e a quase nenhuma punição aos reais criminosos, que não raras vezes são vistos pelos direitos humanos, diga-se Marias do Rosário, como vítimas de uma sociedade cruel e reacionária. Definitivamente precisamos pensar melhor que tipo de convivência humana nós brasileiros queremos. A pátria se reerguerá novamente e quando isso acontecer o brasileiro deverá estar preparado para novos tempos e novas ideias, deixar o ranço político partidário para trás e partir com passos firmes para um futuro sem palhaçadas oficiais ou legais.

Modalidade de seguro
rural pode influenciar
no retorno ao produtor
Mais uma vez o clima pode ser decisivo para a safra de grãos no país. As previsões meteorológicas indicam que depois do El Niño, que trouxe incidência de chuvas acima da média no período 2015/2016 e prejudicou lavouras no Sul do Brasil, o próximo ano agrícola deverá sofrer a influência do fenômeno La Niña, que provoca chuvas abaixo da média. Basta lembrar que em 2012, último ano com este prognóstico, no Rio Grande do Sul, por exemplo, a estiagem dizimou lavouras de soja e milho, causando quebra de 43% na colheita de grãos.
Diante deste cenário, o seguro rural surge como ferramenta fundamental para amenizar os problemas causados pelo clima. Enquanto em 2011 a área assegurada era de 4,48 milhões de hectares no país, de acordo com dados do Atlas do Seguro Rural, do Ministério da Agricultura, em 2014 este número chegou a 9,91 milhões de hectares. No Rio Grande do Sul, no mesmo período, a área coberta passou de 897 mil para 2,13 milhões de hectares.
Estes números revelam que há um crescimento do setor no país, mas ainda longe do ideal. Enquanto nos Estados Unidos mais de 90% da área rural está coberta pelo seguro rural, no Brasil este índice é de apenas 14%. "O produtor precisa contratar o seguro para se proteger de problemas que possam acontecer nas lavouras, mas não apenas nos períodos de El Niño ou La Niña", explica o diretor da Tovese Corretora de Seguros, Otavio Simch.
O especialista lembra que o produtor deve ter atenção na hora da contratação do seguro e buscar empresas com tradição no mercado local. Uma das opções é o seguro por talhão, que apresenta melhor retorno do que o realizado por média da propriedade. O custo entre as duas modalidades é quase o mesmo, mas enquanto a primeira opção considera apenas a parcela da propriedade atingida, a segunda faz uma média geral da área contratada.
Por exemplo, no modelo por talhão, em uma área de 100 hectares de soja dividida em quatro talhões e com produtividade garantida de 39 sacas por hectare, onde apenas uma parte foi atingida e teve produtividade menor do que o contratado (26,9 sacas por hectare), o valor ressarcido seria de R$ 31,46 mil pela perda. Já no modelo por média de produtividade, que é utilizado pelo Proagro, nas mesmas condições, é feita a média de toda a área e este valor ressarcido ficaria em R$ 1,56 mil. "O produtor precisa olhar o seguro como investimento, assim como qualquer tratamento cultural ou de assistência técnica. O produtor precisa ver o que vai receber lá na frente na hora de ter algum sinistro", observa Simch. Fonte: Divulgação

Fenômeno La Niña vai
influenciar o inverno de 2016
O inverno iniciou na segunda-feira (20.06), às 19h 34, horário oficial de Brasília, e deve registrar chuvas acima da média. O período de junho a setembro pode ter variação entre dias secos e úmidos, mas com frequentes avanços de frentes frias, que garantem as chuvas na estação. Conforme o Instituto Nacional de Meteorologia o último inverno rigoroso registrado foi em 2013. A estação termina às 11h21 do dia 22 de setembro.
O fenômeno climático El Nino, que influenciou o clima neste último ano, perdeu intensidade e uma nova fase está iniciando, que é a volta do fenômeno climático La Niña, a qual vai influenciar o clima no decorrer das próximas estações, inverno, primavera e verão. Com isto, no sul do Brasil a estação será marcada pelas temperaturas mais baixas além de um maior número de dias com ocorrência de geadas, devido a entrada de massas de ar de forte intensidade. Quanto às precipitações, devem o mudar o padrão que apresentaram no último ano, com chuvas mais irregulares e abaixo da média, intercalando períodos curtos com muita chuva com períodos maiores com pouca ou nenhuma precipitação, durante o inverno, primavera e verão.
De acordo com o meteorologista do INMET - Instituto Nacional de Meteorologia, Luiz Renato Lazinski, quanto aos estados mais afetados, pode-se afirmar que todo o centro-sul do Brasil será afetado pela influência do La Nina, algumas áreas mais e outras menos, no sul do Brasil, por exemplo, as áreas mais a oeste dos três estados, normalmente são as mais afetadas, pela irregularidade das chuvas e volumes abaixo da média. O meteorologista ainda afirma que o último inverno mais rigoroso foi em 2013, já que em 2014 e 2015 foram mais quentes que o normal. Fonte Agrolink

Para reflexão
“Pensar é o trabalho mais difícil que existe. Talvez por isso tão poucos se dediquem a ele.” Henry Ford
 
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