O Secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Ronaldo Santini, enviou, no dia 26 de março, um ofício à Bancada Gaúcha no Congresso Nacional, reivindicando a manutenção do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE) até dezembro de 2026, como originalmente previsto em lei.
No documento, Santini destaca a importância estratégica do PERSE para a recuperação do setor de eventos e turismo, um dos mais prejudicados pela pandemia de COVID-19. Segundo ele, a extinção antecipada do programa coloca em risco milhares de empresas, especialmente no Rio Grande do Sul, que além da crise sanitária, enfrentou catástrofes climáticas recentes, afetando diretamente a economia regional.
“O fim do PERSE ameaça a estabilidade financeira das empresas e compromete a recuperação de regiões que enfrentam desafios extraordinários. O Rio Grande do Sul ainda sente os efeitos das enchentes e da redução da atividade turística”, afirmou Santini.
O secretário também lembrou que a interrupção do programa pode elevar de forma significativa os encargos fiscais das empresas, com o fim da redução de alíquotas de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, dificultando a manutenção dos negócios e dos empregos no setor.
Santini conclui o documento apelando à sensibilidade dos parlamentares: “A continuidade do PERSE representa um investimento estratégico na retomada econômica do País, especialmente para o Rio Grande do Sul, que busca se reposicionar como destino turístico competitivo”.
O apelo do secretário reforça o coro de autoridades e representantes do setor que defendem a prorrogação do PERSE, considerando-o essencial para a sustentabilidade do turismo, da hotelaria, da gastronomia e dos eventos no Estado e no Brasil.
O Secretário de Turismo do Rio Grande do Sul, Ronaldo Santini, enviou, no dia 26 de março, um ofício à Bancada Gaúcha no Congresso Nacional, reivindicando a manutenção do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (PERSE) até dezembro de 2026, como originalmente previsto em lei.
No documento, Santini destaca a importância estratégica do PERSE para a recuperação do setor de eventos e turismo, um dos mais prejudicados pela pandemia de COVID-19. Segundo ele, a extinção antecipada do programa coloca em risco milhares de empresas, especialmente no Rio Grande do Sul, que além da crise sanitária, enfrentou catástrofes climáticas recentes, afetando diretamente a economia regional.
“O fim do PERSE ameaça a estabilidade financeira das empresas e compromete a recuperação de regiões que enfrentam desafios extraordinários. O Rio Grande do Sul ainda sente os efeitos das enchentes e da redução da atividade turística”, afirmou Santini.
O secretário também lembrou que a interrupção do programa pode elevar de forma significativa os encargos fiscais das empresas, com o fim da redução de alíquotas de IRPJ, CSLL, PIS e COFINS, dificultando a manutenção dos negócios e dos empregos no setor.
Santini conclui o documento apelando à sensibilidade dos parlamentares: “A continuidade do PERSE representa um investimento estratégico na retomada econômica do País, especialmente para o Rio Grande do Sul, que busca se reposicionar como destino turístico competitivo”.
O apelo do secretário reforça o coro de autoridades e representantes do setor que defendem a prorrogação do PERSE, considerando-o essencial para a sustentabilidade do turismo, da hotelaria, da gastronomia e dos eventos no Estado e no Brasil.