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O grito do campo foi ouvido - 17/07/2026

Pois, meus amigos, estou feliz ao escrever esta coluna e poder compartilhar a boa nova com todos os homens e mulheres que vivem e trabalham no campo, produzindo alimentos para garantir superávit nas exportações, produzindo comida para o mundo, garantindo pelo menos 30% do PIB nacional e que estavam todos inviabilizados, tristes, sem dinheiro, sem crédito para adquirir os insumos e plantar novamente suas lavouras.
Acompanhei “par e passo” as negociações, em Brasília envolvendo lideranças políticas do Senado, Câmara Federal, lideranças do agro e equipe econômica do governo. As divergências eram grandes. Mas, todos trabalharam em favor de um acordo que atende as demandas da grande maioria dos produtores rurais endividados. 
Estados como o nosso do RS, atingido por frustrações e manifestações climáticas devastadoras, receberam um tratamento especial. Suas dívidas terão tratamento diferenciado com juros menores e prazos mais amplos para pagarem seus débitos. Os produtores já podem comparecer aos bancos e encaminhar suas renegociações. 
Um grande alívio para o campo e as cidades. A renegociação era fundamental para viabilizar a agricultura no Brasil. Ufa, o Grito do Campo foi ouvido e as sementes voltam a terra. Sem dúvida a melhor de todas as notícias para o agro brasileiro. 
 
 
 
RECESSO NO LEGISLATIVO E VACAS MAGRAS em se falando de notícias. Mas, as últimas escaramuças do semestre, deixaram rastros e consequências políticas que podem se arrastar por meses.
 
NA ÚLTIMA SESSÃO DO SEMESTRE vereadores da oposição trouxeram fatos novos e denúncias envolvendo a cedência de um funcionário do município para a Fundação Araucária. Seria um preposto junto ao Hospital São Paulo.
 
OS ALTOS VENCIMENTOS CHAMARAM A ATENÇÃO. Seria 15 mil da Fundação e mais 5 e poucos da Prefeitura. Um berro só e muitas reclamações com direito a novo pedido de CPI
 
COM CERTEZA UMA CASO RUMOROSO. Diante da miséria, da falta de dinheiro, falta de equipamentos e até de salários atrasados para médicos e e funcionários e, principalmente, do mau atendimento geral à população diante da miséria em que se encontra o hospital.
 
REUNIÃO COM IMPRENSA E VEREADORES aconteceu no decorrer da semana, tentando dar maior transparência aos gastos e a situação do hospital. A iniciativa foi boa e serviu para aplacar um pouco os ânimos.
 
MAS NÃO RESOLVEU. Só escancarou o déficit superior a 400 mil por mês, tendo como principal receita as migalhas do SUS, totalmente defasadas.
 
ASSIM SENDO ESTAMOS DIANTE DE UM BURACO SEM FUNDO. E quanto mais dinheiro for destinado, mais fundo o buraco e menos resultados positivos. Prefeito, vereadores, imprensa e lideranças estão com “tremendo abacaxi na mão".
 
QUAL A SOLUÇÃO? Construir um hospital comunitário? Totalmente gratuito, filantrópico? Estilo Banco de Sangue? Com emendas e dinheiro público? Esta pode ser uma das tantas alternativas que a comunidade pode buscar afim de melhorar a questão do atendimento hospitalar em Lagoa Vermelha.
 
O FUNCIONÁRIO MARAJÁ NO HOSPITAL. Ao que estou informado já foi demitido e aberta sindicância para apurar as circunstâncias de sua contratação, atribuições e função junto a Fundação Araucária.
 
COM ESTA DEMISSÃO E OUTRAS PROVIDÊNCIAS Espera o Executivo esclarecer a fundo o ocorrido, abrir uma sindicância e, esclarecer o que estão querendo saber os vereadores de oposição que insistem na CPI.  
 
AO QUE TUDO INDICA o tema vai continuar aceso no recesso. A CPI não deve sair, mas esclarecimentos precisam ser postos afim de que a comunidade veja a transparência nas relações do município e Fundação Araucária.
 
VERBA PARA RUA COBERTA esteve ou está ameaçada de não vir. Deputado Santini foi acionado com urgência para resolver o impasse. Não podemos perder essa grana.

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