Agricultores buscam novas técnicas para produção de olerícolas em Ibiraiaras


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18/03/2012

Agricultores buscam novas técnicas para produção de olerícolas em Ibiraiaras Os agricultores Arivaldes Sasset, Celso Teles dos Santos e Clério Zwirtes de Lagoa Vermelha realizaram, no dia 12 de março, visita a duas propriedades rurais na comunidade Nossa Senhora Aparecida, no município de Ibiraiaras, com a finalidade de avaliar a atividade de produção de olericultura em ambientes protegidos. A visita técnica proporcionou a comparação entre os sistemas de produção de olericulturas em ambientes protegidos, com uso de hidroponia e com a produção convencional (solo). O grupo também conferiu a escala de produção e o acesso ao mercado. Na oportunidade, os agricultores visitantes puderam obter informações e conhecer experiências de famílias produtoras que já estão inseridos em diferentes mercados e utilizando tecnologias distintas. Uma das famílias visitadas, a de Joacir e Monica Zanetti Marchesini, tem uma propriedade com área total de 12,5 ha, onde exploram atividades como o leite, feijão, milho, fumo e a olericultura em estufas, com área de 300 m², tanto com produção convencional e direcionada ao mercado local, como associada à Quitanda com ponto de venda na sede do município. Outra realidade vista foi a da propriedade com área total 13 ha pertencente à família de Danilo e Luci Tonin, que tem como única atividade a olericultura em estufas, com sistema de produção hidropônica em área de 4.000 m². A mão de obra é realizada por seis integrantes da família. De acordo com o técnico da Emater/RS-Ascar de Lagoa Vermelha, Idenir José Deggerone, em Lagoa Vermelha, a produção de olerícolas não atende à demanda da população local por alimentos de origem vegetal e ainda sofre com a sazonalidade dos produtos, devido às variações climáticas. “Diante dessa realidade ocorre a necessidade da busca de alternativas para elevar a produção e diminuir o vazio na produção e oferta de espécies em determinados períodos do ano, e a tecnologia ao alcance do produtor é a utilização da prática da plasticultura e da hidroponia”, explica Deggerone. “Se considerarmos a demanda por olerícolas, tendo como mercado garantido o Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE e com tendência crescente dos mercados institucionais com a aquisição obrigatória da agricultura familiar, os agricultores poderão incrementar suas produções e rendas, com investimento nestas tecnologias e na diversificação”, complementa o técnico da Emater/RS-Ascar de Lagoa Vermelha.

Agricultores buscam novas técnicas para produção de olerícolas em Ibiraiaras Os agricultores Arivaldes Sasset, Celso Teles dos Santos e Clério Zwirtes de Lagoa Vermelha realizaram, no dia 12 de março, visita a duas propriedades rurais na comunidade Nossa Senhora Aparecida, no município de Ibiraiaras, com a finalidade de avaliar a atividade de produção de olericultura em ambientes protegidos. A visita técnica proporcionou a comparação entre os sistemas de produção de olericulturas em ambientes protegidos, com uso de hidroponia e com a produção convencional (solo). O grupo também conferiu a escala de produção e o acesso ao mercado. Na oportunidade, os agricultores visitantes puderam obter informações e conhecer experiências de famílias produtoras que já estão inseridos em diferentes mercados e utilizando tecnologias distintas. Uma das famílias visitadas, a de Joacir e Monica Zanetti Marchesini, tem uma propriedade com área total de 12,5 ha, onde exploram atividades como o leite, feijão, milho, fumo e a olericultura em estufas, com área de 300 m², tanto com produção convencional e direcionada ao mercado local, como associada à Quitanda com ponto de venda na sede do município. Outra realidade vista foi a da propriedade com área total 13 ha pertencente à família de Danilo e Luci Tonin, que tem como única atividade a olericultura em estufas, com sistema de produção hidropônica em área de 4.000 m². A mão de obra é realizada por seis integrantes da família. De acordo com o técnico da Emater/RS-Ascar de Lagoa Vermelha, Idenir José Deggerone, em Lagoa Vermelha, a produção de olerícolas não atende à demanda da população local por alimentos de origem vegetal e ainda sofre com a sazonalidade dos produtos, devido às variações climáticas. “Diante dessa realidade ocorre a necessidade da busca de alternativas para elevar a produção e diminuir o vazio na produção e oferta de espécies em determinados períodos do ano, e a tecnologia ao alcance do produtor é a utilização da prática da plasticultura e da hidroponia”, explica Deggerone. “Se considerarmos a demanda por olerícolas, tendo como mercado garantido o Programa Nacional de Alimentação Escolar – PNAE e com tendência crescente dos mercados institucionais com a aquisição obrigatória da agricultura familiar, os agricultores poderão incrementar suas produções e rendas, com investimento nestas tecnologias e na diversificação”, complementa o técnico da Emater/RS-Ascar de Lagoa Vermelha.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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