Ana Amélia apela ao governo federal para que compense perdas dos municípios com redução no FPM


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19/11/2012

A senadora Ana Amélia (PP-RS) destacou, em discurso na tribuna, a situação crítica das finanças da maior parte dos municípios brasileiros. A progressista gaúcha pediu que o governo federal compense as perdas das prefeituras em razão da redução do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). — Para a maioria dos municípios brasileiros de até cinco mil habitantes, a principal fonte de receita é o FPM, porque eles não têm IPTU, não têm outros impostos, outra arrecadação, outra receita, a não ser o Fundo de Participação – frisou a senadora. Ana Amélia destacou que as prefeituras estão adotando medidas drásticas de corte de pessoal e de serviços em uma tentativa de pagarem as dívidas. Segundo a senadora, se não houver uma ajuda imediata do governo federal, 395 prefeitos no Rio Grande do Sul terão que deixar débitos para o próximo mandato, correndo o risco de se transformar em "ficha suja" pelo não cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. — Nacionalmente, são três mil prefeitos que ficarão com a ficha suja, não por sua culpa, mas simplesmente porque, no meio do jogo, houve uma queda substancial da sua receita, provocada pelas medidas do governo federal — ressaltou. Ana Amélia alertou que a consequência dessa alta dívida será a queda de serviços para a população. Ela informou que a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) solicitou à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, uma liberação emergencial de R$ 1,5 bilhão para amenizar o problema. Ela acrescentou que mais de mil prefeitos irão se mobilizar nesta terça-feira (13), em Brasília, para tentar do governo essa liberação emergencial. — Na pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Municípios com cerca de dois mil prefeitos, 43,6% dos entrevistados preveem que fecharão o ano com contas pendentes, sem verba em caixa – afirmou. Em aparte, o senador Tomás Correia (PMDB-RO) concordou que esse problema ocorre em todo o país e ressaltou que o estado de Rondônia perdeu R$ 150 milhões em consequência da desoneração tributária para linhas de automóveis no ano de 2012. Ele apontou a necessidade de o governo compensar tanto os municípios quanto os estados, de forma emergencial.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) destacou, em discurso na tribuna, a situação crítica das finanças da maior parte dos municípios brasileiros. A progressista gaúcha pediu que o governo federal compense as perdas das prefeituras em razão da redução do repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). — Para a maioria dos municípios brasileiros de até cinco mil habitantes, a principal fonte de receita é o FPM, porque eles não têm IPTU, não têm outros impostos, outra arrecadação, outra receita, a não ser o Fundo de Participação – frisou a senadora. Ana Amélia destacou que as prefeituras estão adotando medidas drásticas de corte de pessoal e de serviços em uma tentativa de pagarem as dívidas. Segundo a senadora, se não houver uma ajuda imediata do governo federal, 395 prefeitos no Rio Grande do Sul terão que deixar débitos para o próximo mandato, correndo o risco de se transformar em "ficha suja" pelo não cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. — Nacionalmente, são três mil prefeitos que ficarão com a ficha suja, não por sua culpa, mas simplesmente porque, no meio do jogo, houve uma queda substancial da sua receita, provocada pelas medidas do governo federal — ressaltou. Ana Amélia alertou que a consequência dessa alta dívida será a queda de serviços para a população. Ela informou que a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) solicitou à ministra das Relações Institucionais, Ideli Salvatti, uma liberação emergencial de R$ 1,5 bilhão para amenizar o problema. Ela acrescentou que mais de mil prefeitos irão se mobilizar nesta terça-feira (13), em Brasília, para tentar do governo essa liberação emergencial. — Na pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Municípios com cerca de dois mil prefeitos, 43,6% dos entrevistados preveem que fecharão o ano com contas pendentes, sem verba em caixa – afirmou. Em aparte, o senador Tomás Correia (PMDB-RO) concordou que esse problema ocorre em todo o país e ressaltou que o estado de Rondônia perdeu R$ 150 milhões em consequência da desoneração tributária para linhas de automóveis no ano de 2012. Ele apontou a necessidade de o governo compensar tanto os municípios quanto os estados, de forma emergencial.

Fonte: Jornalismo - Foilha do Nordeste

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