Ana Amélia destaca pontos para serem abordados na Reforma Política


Compartilhe:


29/06/2013

Alguns dos principais temas para serem abordados na Reforma Política foram destacados pela senadora Ana Amélia (PP-RS) em entrevista à Rádio CBN nesta sexta-feira (28). Em conversa com o jornalista Milton Jung, no Jornal da CBN, a progressista gaúcha ressaltou que comissão especial do Senado, presidida por Francisco Dornelles (PP-RJ), tratou do assunto e que esse trabalho precisa ser considerado. — Essa comissão elencou um conjunto de medidas que atendem à grande parte dos anseios: sistema eleitoral, sistema de voto (inclusive candidato avulso), voto obrigatório ou não, suplente do senador (que não pode ser parente até o terceiro grau), financiamento público de campanha, indicação dos candidatos em lista aberta ou fechada, entre outros assuntos. É uma agenda que já foi discutida amplamente no ano passado — enfatizou a senadora. Uma vez que já houve esse debate no Senado, Ana Amélia considera que a melhor opção, agora, seria um referendo. O plebiscito poderia atrasar as decisões, deixando as aprovações para depois de setembro e, assim, impedindo as regras de serem válidas para a eleição de 2014. — Nesse momento de crise, temos que ter serenidade, maturidade e responsabilidade para conduzir o processo de melhor maneira possível, para que façamos isso até o final de setembro e as medidas inovadoras entrem em vigor no ano que vem. A Reforma Política deve ser votada e depois submetida à Referendo, esse é o caminho. — complementou.

Alguns dos principais temas para serem abordados na Reforma Política foram destacados pela senadora Ana Amélia (PP-RS) em entrevista à Rádio CBN nesta sexta-feira (28). Em conversa com o jornalista Milton Jung, no Jornal da CBN, a progressista gaúcha ressaltou que comissão especial do Senado, presidida por Francisco Dornelles (PP-RJ), tratou do assunto e que esse trabalho precisa ser considerado. — Essa comissão elencou um conjunto de medidas que atendem à grande parte dos anseios: sistema eleitoral, sistema de voto (inclusive candidato avulso), voto obrigatório ou não, suplente do senador (que não pode ser parente até o terceiro grau), financiamento público de campanha, indicação dos candidatos em lista aberta ou fechada, entre outros assuntos. É uma agenda que já foi discutida amplamente no ano passado — enfatizou a senadora. Uma vez que já houve esse debate no Senado, Ana Amélia considera que a melhor opção, agora, seria um referendo. O plebiscito poderia atrasar as decisões, deixando as aprovações para depois de setembro e, assim, impedindo as regras de serem válidas para a eleição de 2014. — Nesse momento de crise, temos que ter serenidade, maturidade e responsabilidade para conduzir o processo de melhor maneira possível, para que façamos isso até o final de setembro e as medidas inovadoras entrem em vigor no ano que vem. A Reforma Política deve ser votada e depois submetida à Referendo, esse é o caminho. — complementou.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

Mais publicações