O médico Nelson Teich, que deixou o cargo de ministro da Saúde hoje (15), fez um pronunciamento de despedida, no qual realizou um balanço da sua curta atuação à frente da pasta. Ele assumiu há cerca de um mês, no lugar de Luiz Henrique Mandetta. O substituto ainda não foi anunciado oficialmente pelo governo federal.
O jornal FOLHA DO NORDESTE está colhendo algumas avaliações de lideranças de Lagoa Vermelha. O presidente do Progressistas, advogado André Freitas, procurado pela reportagem, disse:
“A saída do Ministro Nelson Teich é mais um indicativo de que, no mínimo, não se sabe exatamente o que o Presidente espera de sua equipe. Um dos aspectos mais positivos que vinham sendo justificadamente exaltados pelo Governo era o fato de que os critérios de escolha dos Ministros seriam principalmente técnicos. Ocorre que as recentes mudanças no Ministério da Saúde revelam que o Presidente não parece ter qualquer apego a orientações técnicas, se essas vierem a contrariar suas convicções”.
André acrescenta: “É evidente que em uma equipe de Governo deve-se ter alinhamento entre o Presidente e os Ministros. Isso ninguém questiona. Ocorre que, se o critério de escolha é, de verdade, técnico, a partir do instante em que o Presidente não é um técnico da área, parece-me óbvio que cabe a ele seguir as recomendações do Ministro relativamente aos pontos estritamente técnicos da pasta. Havendo tentativas de se contrariar essa ordem, ainda que sob a justificativa de que `quem manda é o Presidente`, o caminho natural dos Ministros que tiverem o mínimo de apreço à carreira construída e às convicções técnicas que sustentam será sempre a porta da rua”.
Para o presidente do Progressistas de Lagoa Vermelha, André Freitas, “no final das contas apenas a história é que demonstrará quem tem razão, estando na mesa de apostas milhares de vidas de brasileiros”.
O médico Nelson Teich, que deixou o cargo de ministro da Saúde hoje (15), fez um pronunciamento de despedida, no qual realizou um balanço da sua curta atuação à frente da pasta. Ele assumiu há cerca de um mês, no lugar de Luiz Henrique Mandetta. O substituto ainda não foi anunciado oficialmente pelo governo federal.
O jornal FOLHA DO NORDESTE está colhendo algumas avaliações de lideranças de Lagoa Vermelha. O presidente do Progressistas, advogado André Freitas, procurado pela reportagem, disse:
“A saída do Ministro Nelson Teich é mais um indicativo de que, no mínimo, não se sabe exatamente o que o Presidente espera de sua equipe. Um dos aspectos mais positivos que vinham sendo justificadamente exaltados pelo Governo era o fato de que os critérios de escolha dos Ministros seriam principalmente técnicos. Ocorre que as recentes mudanças no Ministério da Saúde revelam que o Presidente não parece ter qualquer apego a orientações técnicas, se essas vierem a contrariar suas convicções”.
André acrescenta: “É evidente que em uma equipe de Governo deve-se ter alinhamento entre o Presidente e os Ministros. Isso ninguém questiona. Ocorre que, se o critério de escolha é, de verdade, técnico, a partir do instante em que o Presidente não é um técnico da área, parece-me óbvio que cabe a ele seguir as recomendações do Ministro relativamente aos pontos estritamente técnicos da pasta. Havendo tentativas de se contrariar essa ordem, ainda que sob a justificativa de que `quem manda é o Presidente`, o caminho natural dos Ministros que tiverem o mínimo de apreço à carreira construída e às convicções técnicas que sustentam será sempre a porta da rua”.
Para o presidente do Progressistas de Lagoa Vermelha, André Freitas, “no final das contas apenas a história é que demonstrará quem tem razão, estando na mesa de apostas milhares de vidas de brasileiros”.