
Reuniões de extrema importância para o meio rural gaúcho ocorrem na tarde de terça-feira (27), em Brasília. Inicialmente no Ministério da Agricultura com o secretário Nacional de Política Agrícola, Neri Geller, e o diretor de Logística e Infraestrutura, William Chianca, e após no Ministério de Minas e Energia com o Grupo de Trabalho que cuida do projeto de melhoria na qualidade de energia no meio rural. O presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, deputado Adolfo Brito, estará apresentando os dados das empresas distribuidoras no RS, demonstrando a necessidade de mudanças urgentes para atender a zona rural onde mais de 60% das redes são monofásicas e na maioria com mais de 30 anos, sem condições de atender a demanda existente e muito menos de comportar aumento de energia na propriedade rural. Segundo o parlamentar, a situação já está comprometendo a permanência dos jovens no campo e o aumento da produção, com repercussão direta na economia dos municípios. Ainda conforme Brito, a Comissão conseguiu dados concretos com as distribuidoras AES Sul, RGE e CEEE, que estão totalmente a favor de novos investimentos no setor. Só a AES Sul, por exemplo, em sua área de atuação, precisará de cerca de R$ 700 milhões para efetuar as mudanças para melhorias aos seus clientes da área rural, incluindo trocas de redes, novos alimentadores, bem como novas subestações. As negociações estão evoluindo satisfatoriamente com a participação de secretários estaduais e esperamos até o final do ano obter dos Ministérios confirmação para convênio com o Estado a fim de viabilizar a parceria, disse Brito. A proposição é de que o Governo Federal participe com 50% dos custos, as Empresas Distribuidoras com 30%, Agricultores e Estado com mais 20%. Em poucos anos teríamos todas as condições para aumentar a produtividade com repercussão direta na economia gaúcha, além de manter os jovens no interior dos municípios, afirmou. A partir de hoje, todos os dados estarão com o Governo Federal e as negociações irão continuar para viabilizar esta demanda, frisou o presidente da Comissão de Agricultura.

Reuniões de extrema importância para o meio rural gaúcho ocorrem na tarde de terça-feira (27), em Brasília. Inicialmente no Ministério da Agricultura com o secretário Nacional de Política Agrícola, Neri Geller, e o diretor de Logística e Infraestrutura, William Chianca, e após no Ministério de Minas e Energia com o Grupo de Trabalho que cuida do projeto de melhoria na qualidade de energia no meio rural. O presidente da Comissão de Agricultura da Assembleia Legislativa, deputado Adolfo Brito, estará apresentando os dados das empresas distribuidoras no RS, demonstrando a necessidade de mudanças urgentes para atender a zona rural onde mais de 60% das redes são monofásicas e na maioria com mais de 30 anos, sem condições de atender a demanda existente e muito menos de comportar aumento de energia na propriedade rural. Segundo o parlamentar, a situação já está comprometendo a permanência dos jovens no campo e o aumento da produção, com repercussão direta na economia dos municípios. Ainda conforme Brito, a Comissão conseguiu dados concretos com as distribuidoras AES Sul, RGE e CEEE, que estão totalmente a favor de novos investimentos no setor. Só a AES Sul, por exemplo, em sua área de atuação, precisará de cerca de R$ 700 milhões para efetuar as mudanças para melhorias aos seus clientes da área rural, incluindo trocas de redes, novos alimentadores, bem como novas subestações. As negociações estão evoluindo satisfatoriamente com a participação de secretários estaduais e esperamos até o final do ano obter dos Ministérios confirmação para convênio com o Estado a fim de viabilizar a parceria, disse Brito. A proposição é de que o Governo Federal participe com 50% dos custos, as Empresas Distribuidoras com 30%, Agricultores e Estado com mais 20%. Em poucos anos teríamos todas as condições para aumentar a produtividade com repercussão direta na economia gaúcha, além de manter os jovens no interior dos municípios, afirmou. A partir de hoje, todos os dados estarão com o Governo Federal e as negociações irão continuar para viabilizar esta demanda, frisou o presidente da Comissão de Agricultura.