Brigada Militar descobre arena de rinha de galos em Engenho Velho


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Foto: Divulgação 09/08/2024

Na noite de quarta-feira (7), a Brigada Militar identificou um local usado como arena para rinha de galos em Engenho Velho, uma pequena cidade no norte do Rio Grande do Sul, com cerca de 1,3 mil habitantes. A operação, conduzida pelo 3º Batalhão Ambiental (BABM), foi desencadeada após uma denúncia anônima que alertava para a prática criminosa na região.

Ação policial e apreensão
Durante a averiguação, os policiais localizaram 41 animais, incluindo 30 galos da raça combatente, que eram utilizados para as rinhas, e 11 galinhas. Todos os galos estavam alojados em gaiolas individuais dentro de um galpão de madeira, onde também foi encontrada uma arena improvisada, chamada de “rinhadeiro”, usada para as brigas.

Na abordagem, uma mulher presente no local afirmou que os galos pertenciam ao seu marido, que "esporadicamente realizava rinhas como forma de diversão familiar". No entanto, o homem não estava na propriedade no momento da fiscalização.

 

Consequências legais
Conforme a legislação brasileira, as rinhas de galos são proibidas desde 1961, sendo classificadas como crime de maus-tratos aos animais. Os responsáveis podem ser penalizados com prisão de três meses a um ano, além de multa. Todos os animais e a arena foram apreendidos, e o proprietário do local responderá pelo crime ambiental.

 

Impacto na comunidade
A descoberta da rinha de galos em Engenho Velho é um lembrete das práticas cruéis que ainda persistem em algumas regiões. A ação da Brigada Militar foi crucial para interromper essa atividade ilícita, protegendo os animais e reafirmando o compromisso da sociedade com o bem-estar animal. As autoridades seguem vigilantes, incentivando a população a denunciar qualquer indício de maus-tratos aos animais.

Na noite de quarta-feira (7), a Brigada Militar identificou um local usado como arena para rinha de galos em Engenho Velho, uma pequena cidade no norte do Rio Grande do Sul, com cerca de 1,3 mil habitantes. A operação, conduzida pelo 3º Batalhão Ambiental (BABM), foi desencadeada após uma denúncia anônima que alertava para a prática criminosa na região.

Ação policial e apreensão
Durante a averiguação, os policiais localizaram 41 animais, incluindo 30 galos da raça combatente, que eram utilizados para as rinhas, e 11 galinhas. Todos os galos estavam alojados em gaiolas individuais dentro de um galpão de madeira, onde também foi encontrada uma arena improvisada, chamada de “rinhadeiro”, usada para as brigas.

Na abordagem, uma mulher presente no local afirmou que os galos pertenciam ao seu marido, que "esporadicamente realizava rinhas como forma de diversão familiar". No entanto, o homem não estava na propriedade no momento da fiscalização.

 

Consequências legais
Conforme a legislação brasileira, as rinhas de galos são proibidas desde 1961, sendo classificadas como crime de maus-tratos aos animais. Os responsáveis podem ser penalizados com prisão de três meses a um ano, além de multa. Todos os animais e a arena foram apreendidos, e o proprietário do local responderá pelo crime ambiental.

 

Impacto na comunidade
A descoberta da rinha de galos em Engenho Velho é um lembrete das práticas cruéis que ainda persistem em algumas regiões. A ação da Brigada Militar foi crucial para interromper essa atividade ilícita, protegendo os animais e reafirmando o compromisso da sociedade com o bem-estar animal. As autoridades seguem vigilantes, incentivando a população a denunciar qualquer indício de maus-tratos aos animais.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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