
A preservação das tradições gaúchas e a transmissão da cultura entre gerações marcaram a Sessão Solene realizada na tarde desta quinta-feira, 17 de setembro, pela Câmara Municipal de Capão Bonito do Sul. O ato integrou a programação da Semana Farroupilha 2026 e prestou homenagem a quatro nomes com trajetórias ligadas ao tradicionalismo no município: Alvanor José Lourenço, Dilceu Sutil de Lima, Emerson Pereira da Silva e Kauê Campos Morais.
A solenidade contou com a presença do presidente do Legislativo, Júlio Cesar Gonçalves; da prefeita Marizete Vargas Pereira Rauta; do coordenador da 8ª Região Tradicionalista, Olavo Jacques da Fonseca; do vice-patrão do CTG Nenê Lima, João Antônio de Moraes, representando o patrão Márcio Paganela Lima; vereadores, secretários municipais, representantes de entidades tradicionalistas, escolas, instituições, familiares e comunidade.
HERANÇA JESUÍTICA E GUARANI
Os festejos deste ano têm como tema oficial “Herança Jesuítica e Guarani no Rio Grande do Sul: 400 anos de cultura e tradição”. A proposta resgata a presença das Missões Jesuíticas e dos povos Guarani, destacando sua contribuição histórica, social, linguística e cultural para a formação da identidade rio-grandense.
Representando as bancadas da Câmara, a vereadora Aline Guardalbem Melo destacou, em sua manifestação, que a Semana Farroupilha representa mais do que uma data comemorativa. Ela ressaltou a ligação de Capão Bonito do Sul com o campo, a agricultura, a pecuária, a fé e a preservação dos valores construídos ao longo das gerações.
A parlamentar enfatizou que os homenageados representam a “história viva” do município, por meio do trabalho diário, da participação no tradicionalismo e da dedicação à manutenção dos costumes gaúchos.
HOMENAGEADOS COMO EXEMPLOS
A prefeita Marizete Rauta também ressaltou as diferentes formas pelas quais os quatro homenageados contribuem com a cultura local.
Alvanor José Lourenço e Dilceu Sutil de Lima tiveram destacadas suas trajetórias ligadas à vida campeira e ao tiro de laço. Emerson Pereira da Silva, conhecido como Mano, foi lembrado pela atuação em diversas atividades tradicionalistas e pelo incentivo à preservação cultural. Já Kauê Campos Morais representou a nova geração, com sua trajetória ligada à música gaúcha e à gaita.
O vice-patrão do CTG Nenê Lima, João Antônio de Moraes, agradeceu aos homenageados por aceitarem participar da programação e destacou o crescimento do envolvimento da comunidade com as atividades tradicionalistas. Também reforçou que o CTG segue de portas abertas para receber a população.
JUVENTUDE E CONTINUIDADE DAS TRADIÇÕES
O presidente da Câmara, Júlio Cesar Gonçalves, lembrou aspectos de sua infância no interior e destacou a importância de crianças e adolescentes encontrarem na cultura, no esporte e na convivência comunitária oportunidades de formação e integração.
Júlio deu atenção especial à escolha de Kauê Campos Morais como um dos homenageados, ressaltando o significado de reconhecer um representante tão jovem dentro da Semana Farroupilha.
O presidente também fez uma reflexão sobre o uso excessivo de celulares entre crianças e adolescentes e encerrou sua manifestação defendendo a preservação de campos, banhados, nascentes e matas, relacionando o tradicionalismo também ao cuidado com o meio ambiente.

HISTÓRIAS LIGADAS AO CAMPO E À CULTURA
Durante a sessão, as biografias dos quatro homenageados foram apresentadas ao público.
Alvanor José Lourenço iniciou ainda adolescente sua participação em torneios de laço e integrou a patronagem do CTG Nenê Lima, onde exerceu a função de vice-patrão.
Dilceu Sutil de Lima começou sua caminhada nos torneios aos 21 anos, criou o quadro de laço Porteira da Tradição e a Cabanha Vento Forte, mantendo sua trajetória profissional e pessoal fortemente vinculada ao campo e à pecuária.
Emerson Pereira da Silva, o Mano, teve destacada sua participação em cavalgadas, tiro de laço, atividades campeiras e na divulgação da música gaúcha. Sua trajetória inclui ainda a atuação como locutor da Rádio Cultura e o trabalho desenvolvido na Agropecuária Borges.
A homenagem a Kauê Campos Morais evidenciou a continuidade das tradições. Nascido em 2013, ele começou sua aproximação com a música ainda na educação infantil, quando recebeu das professoras uma gaita confeccionada em papelão. Mais tarde iniciou os estudos musicais, passou a tocar gaita-teclado e gaita-ponto e atualmente integra a Banda Nova Canção.
PLACAS E HINO RIO-GRANDENSE
Os quatro receberam placas de homenagem e tiveram espaço para agradecer o reconhecimento, lembrando familiares, amigos, entidades e pessoas que contribuíram ao longo de suas trajetórias.
O encerramento ganhou um significado especial com a participação de Kauê Campos Morais. O jovem homenageado foi convidado a interpretar o Hino Rio-Grandense na gaita, unindo simbolicamente as gerações presentes na solenidade e reforçando a continuidade da cultura gaúcha em Capão Bonito do Sul.

A preservação das tradições gaúchas e a transmissão da cultura entre gerações marcaram a Sessão Solene realizada na tarde desta quinta-feira, 17 de setembro, pela Câmara Municipal de Capão Bonito do Sul. O ato integrou a programação da Semana Farroupilha 2026 e prestou homenagem a quatro nomes com trajetórias ligadas ao tradicionalismo no município: Alvanor José Lourenço, Dilceu Sutil de Lima, Emerson Pereira da Silva e Kauê Campos Morais.
A solenidade contou com a presença do presidente do Legislativo, Júlio Cesar Gonçalves; da prefeita Marizete Vargas Pereira Rauta; do coordenador da 8ª Região Tradicionalista, Olavo Jacques da Fonseca; do vice-patrão do CTG Nenê Lima, João Antônio de Moraes, representando o patrão Márcio Paganela Lima; vereadores, secretários municipais, representantes de entidades tradicionalistas, escolas, instituições, familiares e comunidade.
HERANÇA JESUÍTICA E GUARANI
Os festejos deste ano têm como tema oficial “Herança Jesuítica e Guarani no Rio Grande do Sul: 400 anos de cultura e tradição”. A proposta resgata a presença das Missões Jesuíticas e dos povos Guarani, destacando sua contribuição histórica, social, linguística e cultural para a formação da identidade rio-grandense.
Representando as bancadas da Câmara, a vereadora Aline Guardalbem Melo destacou, em sua manifestação, que a Semana Farroupilha representa mais do que uma data comemorativa. Ela ressaltou a ligação de Capão Bonito do Sul com o campo, a agricultura, a pecuária, a fé e a preservação dos valores construídos ao longo das gerações.
A parlamentar enfatizou que os homenageados representam a “história viva” do município, por meio do trabalho diário, da participação no tradicionalismo e da dedicação à manutenção dos costumes gaúchos.
HOMENAGEADOS COMO EXEMPLOS
A prefeita Marizete Rauta também ressaltou as diferentes formas pelas quais os quatro homenageados contribuem com a cultura local.
Alvanor José Lourenço e Dilceu Sutil de Lima tiveram destacadas suas trajetórias ligadas à vida campeira e ao tiro de laço. Emerson Pereira da Silva, conhecido como Mano, foi lembrado pela atuação em diversas atividades tradicionalistas e pelo incentivo à preservação cultural. Já Kauê Campos Morais representou a nova geração, com sua trajetória ligada à música gaúcha e à gaita.
O vice-patrão do CTG Nenê Lima, João Antônio de Moraes, agradeceu aos homenageados por aceitarem participar da programação e destacou o crescimento do envolvimento da comunidade com as atividades tradicionalistas. Também reforçou que o CTG segue de portas abertas para receber a população.
JUVENTUDE E CONTINUIDADE DAS TRADIÇÕES
O presidente da Câmara, Júlio Cesar Gonçalves, lembrou aspectos de sua infância no interior e destacou a importância de crianças e adolescentes encontrarem na cultura, no esporte e na convivência comunitária oportunidades de formação e integração.
Júlio deu atenção especial à escolha de Kauê Campos Morais como um dos homenageados, ressaltando o significado de reconhecer um representante tão jovem dentro da Semana Farroupilha.
O presidente também fez uma reflexão sobre o uso excessivo de celulares entre crianças e adolescentes e encerrou sua manifestação defendendo a preservação de campos, banhados, nascentes e matas, relacionando o tradicionalismo também ao cuidado com o meio ambiente.

HISTÓRIAS LIGADAS AO CAMPO E À CULTURA
Durante a sessão, as biografias dos quatro homenageados foram apresentadas ao público.
Alvanor José Lourenço iniciou ainda adolescente sua participação em torneios de laço e integrou a patronagem do CTG Nenê Lima, onde exerceu a função de vice-patrão.
Dilceu Sutil de Lima começou sua caminhada nos torneios aos 21 anos, criou o quadro de laço Porteira da Tradição e a Cabanha Vento Forte, mantendo sua trajetória profissional e pessoal fortemente vinculada ao campo e à pecuária.
Emerson Pereira da Silva, o Mano, teve destacada sua participação em cavalgadas, tiro de laço, atividades campeiras e na divulgação da música gaúcha. Sua trajetória inclui ainda a atuação como locutor da Rádio Cultura e o trabalho desenvolvido na Agropecuária Borges.
A homenagem a Kauê Campos Morais evidenciou a continuidade das tradições. Nascido em 2013, ele começou sua aproximação com a música ainda na educação infantil, quando recebeu das professoras uma gaita confeccionada em papelão. Mais tarde iniciou os estudos musicais, passou a tocar gaita-teclado e gaita-ponto e atualmente integra a Banda Nova Canção.
PLACAS E HINO RIO-GRANDENSE
Os quatro receberam placas de homenagem e tiveram espaço para agradecer o reconhecimento, lembrando familiares, amigos, entidades e pessoas que contribuíram ao longo de suas trajetórias.
O encerramento ganhou um significado especial com a participação de Kauê Campos Morais. O jovem homenageado foi convidado a interpretar o Hino Rio-Grandense na gaita, unindo simbolicamente as gerações presentes na solenidade e reforçando a continuidade da cultura gaúcha em Capão Bonito do Sul.