
O deputado federal Carlos Gomes (PRB) protocolou na última segunda-feira (21) o projeto de lei 6165/2016, que institui a obrigatoriedade de coleta seletiva em todos os órgãos da administração pública direta e indireta federal e a destinação dos resíduos sólidos por eles gerados a associações e cooperativas de catadores. A medida prevê ainda a promoção de ações de educação ambiental com servidores e funcionários. Se queremos implantar a cultura da reciclagem no Brasil, os órgãos públicos precisam dar o exemplo no manejo adequado do lixo. Além disso, tenho convicção de que a iniciativa implicará em geração de emprego e renda para os trabalhadores que tiram o sustento de suas famílias da atividade, planejou. O deputado também destaca que segundo a Associação das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) somente 3% das 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos produzidas anualmente no país são recicladas e de acordo com a Confederação Nacional dos Municípios dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 844 possuem aterro sanitário a lixões. Para fechar os lixões, temos que parar de enviar a eles materiais que podem retornar às linhas de produção e injetar riqueza na economia, ponderou.

O deputado federal Carlos Gomes (PRB) protocolou na última segunda-feira (21) o projeto de lei 6165/2016, que institui a obrigatoriedade de coleta seletiva em todos os órgãos da administração pública direta e indireta federal e a destinação dos resíduos sólidos por eles gerados a associações e cooperativas de catadores. A medida prevê ainda a promoção de ações de educação ambiental com servidores e funcionários. Se queremos implantar a cultura da reciclagem no Brasil, os órgãos públicos precisam dar o exemplo no manejo adequado do lixo. Além disso, tenho convicção de que a iniciativa implicará em geração de emprego e renda para os trabalhadores que tiram o sustento de suas famílias da atividade, planejou. O deputado também destaca que segundo a Associação das Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) somente 3% das 78,6 milhões de toneladas de resíduos sólidos produzidas anualmente no país são recicladas e de acordo com a Confederação Nacional dos Municípios dos 5.570 municípios brasileiros, apenas 844 possuem aterro sanitário a lixões. Para fechar os lixões, temos que parar de enviar a eles materiais que podem retornar às linhas de produção e injetar riqueza na economia, ponderou.