
Em agenda na Secretaria da Habitação, o deputado Gilmar Sossella (PDT) recebeu informações importantes sobre os programas nacionais e estaduais destinados a atender as demandas dos municípios na área de saneamento. O parlamentar foi recebido pelo diretor de Saneamento da pasta, Guilherme Barbosa. De acordo com Barbosa, entre 15 de junho e 15 de julho estará aberto o acesso para que as prefeituras se candidatem para o PAC 2, segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento. Serão contempladas cidades com até 50 mil habitantes que não foram beneficiados pelo PAC 1. Podem ser incluídos projetos para tratamento de água e esgoto sanitário. As inscrições devem ser feitas pela internet, por meio de senhas fornecidas pela Caixa Econômica Federal. Ainda conforme o diretor de Saneamento, cada município pode buscar a realização de duas obras. O Governo destinará R$ 1 bilhão, através do Ministério das Cidades, para projetos que necessitem de financiamento. Por meio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), serão disponibilizados R$ 2,2 bilhões para o Plano Nacional de Saneamento, que não requer contrapartida, explica. Os dois programas atenderão as solicitações de todo o país. Guilherme Barbosa informa também que, para se candidatar, as prefeituras devem apresentar projetos que necessitem investimento superior a R$ 1 milhão. Para os municípios que não possuem projeto, a Funasa destinará R$ 300 milhões para elaboração dos documentos. O Plano Nacional de Saneamento pretende zerar, em 20 anos, a carência de tratamento de esgoto no Brasil. O valor total estimado é de R$ 420 bilhões. Deste montante, R$ 260 bilhões devem ser designados pelo governo federal, enquanto o restante ficará a cargo dos Estados, das cidades e da iniciativa privada, salienta.

Em agenda na Secretaria da Habitação, o deputado Gilmar Sossella (PDT) recebeu informações importantes sobre os programas nacionais e estaduais destinados a atender as demandas dos municípios na área de saneamento. O parlamentar foi recebido pelo diretor de Saneamento da pasta, Guilherme Barbosa. De acordo com Barbosa, entre 15 de junho e 15 de julho estará aberto o acesso para que as prefeituras se candidatem para o PAC 2, segunda fase do Programa de Aceleração do Crescimento. Serão contempladas cidades com até 50 mil habitantes que não foram beneficiados pelo PAC 1. Podem ser incluídos projetos para tratamento de água e esgoto sanitário. As inscrições devem ser feitas pela internet, por meio de senhas fornecidas pela Caixa Econômica Federal. Ainda conforme o diretor de Saneamento, cada município pode buscar a realização de duas obras. O Governo destinará R$ 1 bilhão, através do Ministério das Cidades, para projetos que necessitem de financiamento. Por meio da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), serão disponibilizados R$ 2,2 bilhões para o Plano Nacional de Saneamento, que não requer contrapartida, explica. Os dois programas atenderão as solicitações de todo o país. Guilherme Barbosa informa também que, para se candidatar, as prefeituras devem apresentar projetos que necessitem investimento superior a R$ 1 milhão. Para os municípios que não possuem projeto, a Funasa destinará R$ 300 milhões para elaboração dos documentos. O Plano Nacional de Saneamento pretende zerar, em 20 anos, a carência de tratamento de esgoto no Brasil. O valor total estimado é de R$ 420 bilhões. Deste montante, R$ 260 bilhões devem ser designados pelo governo federal, enquanto o restante ficará a cargo dos Estados, das cidades e da iniciativa privada, salienta.