Desembargadora Iris Nogueira, primeira mulher no comando do Poder Judiciário do RS


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Foto: Divulgação 01/02/2022

Ao assumir a Presidência do TJRS, nesta terça-feira (1°/2), a Desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira faz história. É a primeira mulher a ascender à chefia do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul em 148 anos de existência. Nascida em Pelotas e com quase 36 anos de carreira, a Desembargadora carrega a delicadeza feminina, mas também a firmeza de quem considera necessário ousar para vencer os desafios e o amor pela profissão: "O Judiciário corre nas minhas veias", costuma afirmar.

É assim que, ao lado dos Desembargadores Alberto Delgado Neto (1º Vice-Presidente), Antonio Vinicius Amaro da Silveira (2º Vice), Lizete Andreis Sebben (3ª Vice) e Giovanni Conti (Corregedor-Geral da Justiça), a Desembargadora Iris se voltará para a conclusão da virtualização do acervo processual do Judiciário Estadual, o investimento na segurança da informação, a valorização de seus membros e colaboradores e também a aproximação com os cidadãos. Ao ser alçada ao cargo pelo seu antecessor, Desembargador Voltaire de Lima Moraes, a filha do Advogado Orlando Pinto Nogueira Neto e da Professora Maria Cândida Medeiros Nogueira dedicará a conquista aos seus antepassados, especialmente aos avós e aos pais, além de familiares, amigos e pessoas dedicadas à causa da justiça. O senso de justiça, aliás, a acompanha desde a infância - quando já mediava pequenos conflitos e procurava aplicar decisões justas às questões lúdicas da idade - e também é o responsável por não ter dúvidas da escolha da profissão que desejava para a vida: a magistratura.

Espiritualista, a Desembargadora busca na fé a inspiração para o dia a dia. E também na família, que considera o seu alicerce. Defende que o magistrado deve estar próximo da comunidade em que vive e que valores como senso de coletividade, respeito e empatia são fundamentais para formar seres humanos e, consequentemente, bons profissionais.

Discreta, a magistrada afirma ter ficado surpresa com tantas manifestações por parte de mulheres de todo o Brasil, após ter sido eleita. Para elas, a Presidente do TJRS deixa um recado: "Quero fazer uma excelente administração. Esse é um dever. Que tudo isso sirva para incentivar as mulheres", afirma. "Tem uma frase que ouvimos, lemos e escrevemos constantemente que é 'lugar de mulher é onde ela quiser'. Feliz o seu autor porque é realmente isso. Chegou a minha vez, como chegará a das próximas mulheres!"

Ao assumir a Presidência do TJRS, nesta terça-feira (1°/2), a Desembargadora Iris Helena Medeiros Nogueira faz história. É a primeira mulher a ascender à chefia do Poder Judiciário do Rio Grande do Sul em 148 anos de existência. Nascida em Pelotas e com quase 36 anos de carreira, a Desembargadora carrega a delicadeza feminina, mas também a firmeza de quem considera necessário ousar para vencer os desafios e o amor pela profissão: "O Judiciário corre nas minhas veias", costuma afirmar.

É assim que, ao lado dos Desembargadores Alberto Delgado Neto (1º Vice-Presidente), Antonio Vinicius Amaro da Silveira (2º Vice), Lizete Andreis Sebben (3ª Vice) e Giovanni Conti (Corregedor-Geral da Justiça), a Desembargadora Iris se voltará para a conclusão da virtualização do acervo processual do Judiciário Estadual, o investimento na segurança da informação, a valorização de seus membros e colaboradores e também a aproximação com os cidadãos. Ao ser alçada ao cargo pelo seu antecessor, Desembargador Voltaire de Lima Moraes, a filha do Advogado Orlando Pinto Nogueira Neto e da Professora Maria Cândida Medeiros Nogueira dedicará a conquista aos seus antepassados, especialmente aos avós e aos pais, além de familiares, amigos e pessoas dedicadas à causa da justiça. O senso de justiça, aliás, a acompanha desde a infância - quando já mediava pequenos conflitos e procurava aplicar decisões justas às questões lúdicas da idade - e também é o responsável por não ter dúvidas da escolha da profissão que desejava para a vida: a magistratura.

Espiritualista, a Desembargadora busca na fé a inspiração para o dia a dia. E também na família, que considera o seu alicerce. Defende que o magistrado deve estar próximo da comunidade em que vive e que valores como senso de coletividade, respeito e empatia são fundamentais para formar seres humanos e, consequentemente, bons profissionais.

Discreta, a magistrada afirma ter ficado surpresa com tantas manifestações por parte de mulheres de todo o Brasil, após ter sido eleita. Para elas, a Presidente do TJRS deixa um recado: "Quero fazer uma excelente administração. Esse é um dever. Que tudo isso sirva para incentivar as mulheres", afirma. "Tem uma frase que ouvimos, lemos e escrevemos constantemente que é 'lugar de mulher é onde ela quiser'. Feliz o seu autor porque é realmente isso. Chegou a minha vez, como chegará a das próximas mulheres!"

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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