Eduardo Leite anuncia pré-candidatura ao governo do RS


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Foto: Divulgação 13/06/2022

Setenta e cinco dias após ter renunciado, Eduardo Leite (PSDB) anunciou que disputará nas urnas um novo mandato de quatro anos à frente do Palácio Piratini. A confirmação, já delineada desde as últimas semanas, foi feita em entrevista coletiva no início da tarde desta segunda-feira (13) na sede do PSDB, no centro de Porto Alegre, com a presença de diversas lideranças políticas.

Entre elas estava o governador Ranolfo Vieira Júnior, que era o candidato do partido para a sucessão, mas abriu mão em nome da continuidade do projeto. A avaliação política é de que a candidatura de Leite acaba se impondo por ele ter maior envergadura política e eleitoral, conforme demonstram as pesquisas realizadas até o momento.   Com berço político em Pelotas, no sul do Estado, Leite buscou alçar voos nacionais e disputou as prévias do PSDB para concorrer à Presidência da República. Perdeu a disputa, mas ainda assim renunciou ao cargo de governador do Rio Grande do Sul em 30 de março, de olho na eleição nacional, na expectativa de que seu adversário, o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB), desistisse em seu favor.  Doria até acabou capitulando, mas o PSDB decidiu apoiar a senadora Simone Tebet (MDB) ao Palácio do Planalto. Leite, então, voltou suas atenções ao Rio Grande do Sul. Dizendo-se preocupado com propostas populistas de direita e esquerda que ameaçam os resultados de austeridade construídos no seu governo, coloca-se novamente na corrida regional.

Outro emblema com o qual Leite terá de lidar provém das reiteradas declarações dadas ao longo da carreira de ser contra a reeleição. Ele sempre afirmou que não concorreria ao segundo mandato ao Piratini, mas agora o faz, abrindo margem para questionamentos.

Setenta e cinco dias após ter renunciado, Eduardo Leite (PSDB) anunciou que disputará nas urnas um novo mandato de quatro anos à frente do Palácio Piratini. A confirmação, já delineada desde as últimas semanas, foi feita em entrevista coletiva no início da tarde desta segunda-feira (13) na sede do PSDB, no centro de Porto Alegre, com a presença de diversas lideranças políticas.

Entre elas estava o governador Ranolfo Vieira Júnior, que era o candidato do partido para a sucessão, mas abriu mão em nome da continuidade do projeto. A avaliação política é de que a candidatura de Leite acaba se impondo por ele ter maior envergadura política e eleitoral, conforme demonstram as pesquisas realizadas até o momento.   Com berço político em Pelotas, no sul do Estado, Leite buscou alçar voos nacionais e disputou as prévias do PSDB para concorrer à Presidência da República. Perdeu a disputa, mas ainda assim renunciou ao cargo de governador do Rio Grande do Sul em 30 de março, de olho na eleição nacional, na expectativa de que seu adversário, o ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB), desistisse em seu favor.  Doria até acabou capitulando, mas o PSDB decidiu apoiar a senadora Simone Tebet (MDB) ao Palácio do Planalto. Leite, então, voltou suas atenções ao Rio Grande do Sul. Dizendo-se preocupado com propostas populistas de direita e esquerda que ameaçam os resultados de austeridade construídos no seu governo, coloca-se novamente na corrida regional.

Outro emblema com o qual Leite terá de lidar provém das reiteradas declarações dadas ao longo da carreira de ser contra a reeleição. Ele sempre afirmou que não concorreria ao segundo mandato ao Piratini, mas agora o faz, abrindo margem para questionamentos.

Fonte: ZH

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