Eduardo Leite firma acordo histórico para ampliar investimentos em saúde no RS


Compartilhe:


Foto: Vitor Rosa/Secom 15/08/2025

O governador Eduardo Leite anunciou, na tarde de quinta-feira (14/8), um acordo inédito com o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) que atualiza os critérios de cálculo da receita mínima constitucional aplicada na saúde, retirando despesas controversas e garantindo mais recursos para a área.

A medida, construída ao longo de dois meses de negociação, irá gerar um acréscimo de aproximadamente R$ 270 milhões já em 2024, alcançando mais de R$ 1 bilhão até o fim do atual mandato. Os recursos serão destinados, prioritariamente, à redução de filas para consultas com especialistas, exames, procedimentos cirúrgicos e ao fortalecimento da capacidade de atendimento das portas de urgência e emergência em hospitais e centros de saúde de diversos municípios.

“Há décadas o Estado convive com uma controvérsia sobre o cálculo dos 12% mínimos constitucionais aplicados na saúde. Decidimos superar essa disputa e garantir mais recursos para melhorar os serviços à população. É mais um passivo histórico que estamos solucionando”, destacou Leite.

Para acompanhar a aplicação dos recursos, será criado um Comitê Consultivo de Monitoramento com representantes de entidades como o Conselho Estadual de Saúde, Famurs, Conselho das Secretarias Municipais de Saúde, Federação dos Hospitais, Federação das Santas Casas, entre outros.

A secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, ressaltou que as prioridades serão definidas de forma integrada, com base no Plano Estadual de Saúde e em estudos técnicos, visando ações imediatas ainda este ano.

O procurador-geral de Justiça, Alexandre Saltz, destacou o caráter resolutivo do acordo, encerrando um litígio que se arrastava há 20 anos. “Em dois meses, resolvemos um problema estrutural de forma negociada, com diálogo e entendimento”, afirmou.

A Procuradoria-Geral do Estado, Casa Civil, Secretaria da Saúde, Secretaria da Fazenda e Secretaria do Planejamento atuaram em conjunto na articulação do acordo, que trará estabilidade jurídica e incremento efetivo nos investimentos em saúde para toda a população gaúcha.

O governador Eduardo Leite anunciou, na tarde de quinta-feira (14/8), um acordo inédito com o Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) que atualiza os critérios de cálculo da receita mínima constitucional aplicada na saúde, retirando despesas controversas e garantindo mais recursos para a área.

A medida, construída ao longo de dois meses de negociação, irá gerar um acréscimo de aproximadamente R$ 270 milhões já em 2024, alcançando mais de R$ 1 bilhão até o fim do atual mandato. Os recursos serão destinados, prioritariamente, à redução de filas para consultas com especialistas, exames, procedimentos cirúrgicos e ao fortalecimento da capacidade de atendimento das portas de urgência e emergência em hospitais e centros de saúde de diversos municípios.

“Há décadas o Estado convive com uma controvérsia sobre o cálculo dos 12% mínimos constitucionais aplicados na saúde. Decidimos superar essa disputa e garantir mais recursos para melhorar os serviços à população. É mais um passivo histórico que estamos solucionando”, destacou Leite.

Para acompanhar a aplicação dos recursos, será criado um Comitê Consultivo de Monitoramento com representantes de entidades como o Conselho Estadual de Saúde, Famurs, Conselho das Secretarias Municipais de Saúde, Federação dos Hospitais, Federação das Santas Casas, entre outros.

A secretária estadual da Saúde, Arita Bergmann, ressaltou que as prioridades serão definidas de forma integrada, com base no Plano Estadual de Saúde e em estudos técnicos, visando ações imediatas ainda este ano.

O procurador-geral de Justiça, Alexandre Saltz, destacou o caráter resolutivo do acordo, encerrando um litígio que se arrastava há 20 anos. “Em dois meses, resolvemos um problema estrutural de forma negociada, com diálogo e entendimento”, afirmou.

A Procuradoria-Geral do Estado, Casa Civil, Secretaria da Saúde, Secretaria da Fazenda e Secretaria do Planejamento atuaram em conjunto na articulação do acordo, que trará estabilidade jurídica e incremento efetivo nos investimentos em saúde para toda a população gaúcha.

Fonte: Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

Mais publicações