Eleições 2020: Para Mantovani, dificilmente o calendário atual será mantido


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Marcos Roberto Nepomuceno 28/03/2020

O secretário geral do Progressistas de Lagoa Vermelha, Paulo Mantovani, foi ouvido neste sábado, 28 de março, pelo jornal FOLHA DO NORDESTE, sobre o possível adiamento e unificação das eleições municipais, medida que pode ser apreciada pelo Congresso Nacional, tendo em vista a pandemia do COVID-19.

Entende Paulo Mantovani, que “nos próximos dias a discussão sobre o adiamento ou unificação das eleições serão ainda mais intensos. De concreto, o que se tem no momento é um comentário do ministro Mandetta sugerindo o adiamento do pleito. A partir disto, se observa movimentações no Congresso Nacional para que ao invés de adiar, se unifique os pleitos nacionais e municipais em 2022. O argumento é forte: utilizar os recursos do fundo eleitoral e de despesas com a eleição de 2020, no sistema de saúde. O assunto já tinha sido articulado em 2019, naquele momento faltou o apoio popular, o que parece que se tenha agora”.

Mantovani avalia que, dificilmente o calendário atual será mantido. “A data das eleições devem sofrer alterações: adiada ou unificada. Sabemos que principalmente na região Sul do país, o início da campanha eleitoral, em agosto, é sempre marcado pela saída do inverno. Assim, mesmo que a pandemia do COVID-19 esteja controlada, a realização de eventos, contatos e principalmente visitas aos eleitores ficariam comprometidas”, entende o progressista de Lagoa Vermelha.

Foto: Marcos Roberto Nepomuceno

O secretário geral do Progressistas de Lagoa Vermelha, Paulo Mantovani, foi ouvido neste sábado, 28 de março, pelo jornal FOLHA DO NORDESTE, sobre o possível adiamento e unificação das eleições municipais, medida que pode ser apreciada pelo Congresso Nacional, tendo em vista a pandemia do COVID-19.

Entende Paulo Mantovani, que “nos próximos dias a discussão sobre o adiamento ou unificação das eleições serão ainda mais intensos. De concreto, o que se tem no momento é um comentário do ministro Mandetta sugerindo o adiamento do pleito. A partir disto, se observa movimentações no Congresso Nacional para que ao invés de adiar, se unifique os pleitos nacionais e municipais em 2022. O argumento é forte: utilizar os recursos do fundo eleitoral e de despesas com a eleição de 2020, no sistema de saúde. O assunto já tinha sido articulado em 2019, naquele momento faltou o apoio popular, o que parece que se tenha agora”.

Mantovani avalia que, dificilmente o calendário atual será mantido. “A data das eleições devem sofrer alterações: adiada ou unificada. Sabemos que principalmente na região Sul do país, o início da campanha eleitoral, em agosto, é sempre marcado pela saída do inverno. Assim, mesmo que a pandemia do COVID-19 esteja controlada, a realização de eventos, contatos e principalmente visitas aos eleitores ficariam comprometidas”, entende o progressista de Lagoa Vermelha.

Foto: Marcos Roberto Nepomuceno

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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