
A Escola Estadual de Ensino Médio Francisco Argenta, conhecida como Poli, localizada no município de Lagoa Vermelha (RS), está sendo utilizada pelo Cpers/Sindicato dos Professores para propaganda político-ideológica. De maneira idêntica a outros casos já denunciados pelo deputado estadual Marcel van Hattem (PP), cartazes com mensagens políticas foram afixados no muros da fachada da escola de maneira ilegal, pois utilizam de bens públicos para interesses privados. Porém, na escola Poli, os alunos resolveram demonstrar sua indignação com as ações do CPERS. No muro principal do Poli, próximo à entrada da escola e também na pintura que remete ao nome da instituição foram afixados cartazes assinados pelo Cpers/Sindicato contra o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori. Todos que passam em frente ao muro do colégio são bombardeados por mensagens extremamente ofensivas, chegando ao ponto de ofenderem a honra do governador com palavras como torturador. Os cartazes foram aparentemente colados junto ao muro do colégio e sua retirada poderá trazer danos à pintura. A utilização da fachada da escola pelo CPERS precisa ser considerada depredação de patrimônio público. Infelizmente ainda não desistiram de tomar medidas ofensivas e de tentar doutrinar os alunos da nossa rede estadual de educação, pontua Marcel. A situação tem causado desconforto aos alunos do Poli. Para deixar nítido que não concordam com o posicionamento do CPERS/Sindicato, que usa a fachada escola como se todos ali compartilhassem da mesma opinião e apoiassem a greve política patrocinada pelo Cpers/Sindicato, os alunos afixaram, com fita adesiva, mensagens de contrariedade. Em uma delas consta a seguinte inscrição: #FORATEMER #FICASARTORI #FICATEMER #FORASARTORI E OS ALUNOS CONTINUAM SEM AULA. O que os alunos do Poli estão dizendo é que a greve possui conotação política e que o CPERS não se preocupa com os alunos, principalmente os do terceirão, que no próximo mês farão a prova do ENEM e prestarão vestibular no início do ano. É, na verdade, um pedido de socorro!, salientou Marcel. Em 2015, segundo dados, 78 alunos do colégio participaram do ENEM. A fim de preservar o patrimônio público e impedir que a escola continue a ser utilizada como local de doutrinação político-ideológica, Marcel oficiou, na sexta-feira, a Direção da Escola, a Secretaria Estadual da Educação, a Coordenadoria Regional da Educação e o Ministério Público Estadual para que sejam tomadas as providências sobre a denúncia e o mais rápido possível a fachada do Polivalente volte a ter o aspecto de uma instituição de ensino livre de mensagens político-partidárias.

A Escola Estadual de Ensino Médio Francisco Argenta, conhecida como Poli, localizada no município de Lagoa Vermelha (RS), está sendo utilizada pelo Cpers/Sindicato dos Professores para propaganda político-ideológica. De maneira idêntica a outros casos já denunciados pelo deputado estadual Marcel van Hattem (PP), cartazes com mensagens políticas foram afixados no muros da fachada da escola de maneira ilegal, pois utilizam de bens públicos para interesses privados. Porém, na escola Poli, os alunos resolveram demonstrar sua indignação com as ações do CPERS. No muro principal do Poli, próximo à entrada da escola e também na pintura que remete ao nome da instituição foram afixados cartazes assinados pelo Cpers/Sindicato contra o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori. Todos que passam em frente ao muro do colégio são bombardeados por mensagens extremamente ofensivas, chegando ao ponto de ofenderem a honra do governador com palavras como torturador. Os cartazes foram aparentemente colados junto ao muro do colégio e sua retirada poderá trazer danos à pintura. A utilização da fachada da escola pelo CPERS precisa ser considerada depredação de patrimônio público. Infelizmente ainda não desistiram de tomar medidas ofensivas e de tentar doutrinar os alunos da nossa rede estadual de educação, pontua Marcel. A situação tem causado desconforto aos alunos do Poli. Para deixar nítido que não concordam com o posicionamento do CPERS/Sindicato, que usa a fachada escola como se todos ali compartilhassem da mesma opinião e apoiassem a greve política patrocinada pelo Cpers/Sindicato, os alunos afixaram, com fita adesiva, mensagens de contrariedade. Em uma delas consta a seguinte inscrição: #FORATEMER #FICASARTORI #FICATEMER #FORASARTORI E OS ALUNOS CONTINUAM SEM AULA. O que os alunos do Poli estão dizendo é que a greve possui conotação política e que o CPERS não se preocupa com os alunos, principalmente os do terceirão, que no próximo mês farão a prova do ENEM e prestarão vestibular no início do ano. É, na verdade, um pedido de socorro!, salientou Marcel. Em 2015, segundo dados, 78 alunos do colégio participaram do ENEM. A fim de preservar o patrimônio público e impedir que a escola continue a ser utilizada como local de doutrinação político-ideológica, Marcel oficiou, na sexta-feira, a Direção da Escola, a Secretaria Estadual da Educação, a Coordenadoria Regional da Educação e o Ministério Público Estadual para que sejam tomadas as providências sobre a denúncia e o mais rápido possível a fachada do Polivalente volte a ter o aspecto de uma instituição de ensino livre de mensagens político-partidárias.