
Com o objetivo de apresentar a Chamada Pública de Ater Indígena - nº 001/2013, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que será desenvolvida junto às famílias indígenas em situação de extrema pobreza pelo escritório municipal de Cacique Doble, foi realizada uma reunião, na manhã de quinta-feira (19/09), na Câmara de Vereadores do município. Estiveram presentes, o prefeito, Clairton Pasinatto, gestores municipais, lideranças indígenas - como o cacique Valdir de Mattos (Terra indígena Cacique Doble) e o cacique Leonir Franco (Terra indígena Passo Grande do rio Forquilha) -, representantes da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e extensionistas rurais da Emater/RS-Ascar. Na oportunidade, a antropóloga da Emater/RS-Ascar e coordenadora estadual da Chamada, Mariana de Andrade Soares, expôs os objetivos e as regras que nortearão os serviços da Ater Indígena nos próximos dois anos. A equipe que atuará junto às comunidades conta com duas extensionistas da etnia Kaigang. Ao final da reunião, foi formado o comitê gestor local da Chamada Pública, que terá o papel fundamental de acompanhar e fiscalizar suas ações. A Chamada Pública de Ater Indígena prevê o trabalho, por um período de 24 meses, com 1.500 famílias de indígenas em situação de extrema pobreza, ou seja, com renda mensal per capita de até R$ 70,00. As ações ocorrerão em quatro Terras Indígenas, localizadas nos municípios de Cacique Doble, Erval Seco, Tenente Portela, Redentora e Charrua. Entre as atividades que compõem o trabalho estão a elaboração de um diagnóstico, oficinas, visitas técnicas e fomento à produção de alimentos.

Com o objetivo de apresentar a Chamada Pública de Ater Indígena - nº 001/2013, do Ministério do Desenvolvimento Agrário, que será desenvolvida junto às famílias indígenas em situação de extrema pobreza pelo escritório municipal de Cacique Doble, foi realizada uma reunião, na manhã de quinta-feira (19/09), na Câmara de Vereadores do município. Estiveram presentes, o prefeito, Clairton Pasinatto, gestores municipais, lideranças indígenas - como o cacique Valdir de Mattos (Terra indígena Cacique Doble) e o cacique Leonir Franco (Terra indígena Passo Grande do rio Forquilha) -, representantes da Secretaria Especial de Saúde Indígena (SESAI), da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e extensionistas rurais da Emater/RS-Ascar. Na oportunidade, a antropóloga da Emater/RS-Ascar e coordenadora estadual da Chamada, Mariana de Andrade Soares, expôs os objetivos e as regras que nortearão os serviços da Ater Indígena nos próximos dois anos. A equipe que atuará junto às comunidades conta com duas extensionistas da etnia Kaigang. Ao final da reunião, foi formado o comitê gestor local da Chamada Pública, que terá o papel fundamental de acompanhar e fiscalizar suas ações. A Chamada Pública de Ater Indígena prevê o trabalho, por um período de 24 meses, com 1.500 famílias de indígenas em situação de extrema pobreza, ou seja, com renda mensal per capita de até R$ 70,00. As ações ocorrerão em quatro Terras Indígenas, localizadas nos municípios de Cacique Doble, Erval Seco, Tenente Portela, Redentora e Charrua. Entre as atividades que compõem o trabalho estão a elaboração de um diagnóstico, oficinas, visitas técnicas e fomento à produção de alimentos.