
[18:12, 03/05/2023] Marcos: Os direitos das crianças e as políticas públicas eficazes para protegê-las foram abordados nesta quarta-feira (3/5) na Conferência Livre da Primeira Infância, promovida pelo Comitê Estadual Intersetorial pela Primeira Infância (Ceipi). Na abertura do encontro, o vice-governador do Estado e coordenador do Comitê, Gabriel Souza, reforçou a importância do tema para o governo. A reunião teve como objetivo proporcionar um espaço aberto para debate, promovendo a transversalidade entre os principais atores responsáveis pela elaboração e execução dos programas ligados à primeira infância no Rio Grande do Sul.
"As ações de cuidado com essa fase da vida, que compreende desde a gestação até os seis anos das crianças, são essenciais para garantirmos um futuro de oportunidades para as próximas gerações. Estamos trabalhando diariamente nisso no governo do Estado", enfatizou o vice-governador durante a apresentação do painel sobre as iniciativas do Executivo estadual na área.
A abertura do edital para adesão de mais municípios ao programa Primeira Infância Melhor (PIM), a inclusão do tema no Gabinete de Projetos Especiais (GPE), vinculado ao gabinete do vice-governador, e a atenção à educação infantil foram algumas das iniciativas elencadas por Gabriel.
O professor Paulo Fochi, doutor em Educação e coordenador do curso de especialização em Educação Infantil da Unisinos, também participou do painel e apresentou novas perspectivas para a educação no Estado. Segundo ele, para cuidar das crianças é preciso pensar na individualidade de cada uma. “São pessoas que sentem, que pensam, que têm direitos. A forma como tratamos as nossas crianças fala sobre como elas entenderão o seu desenvolvimento e o processo de ‘tornar-se gente’.”
Paulo expôs a importância do desenvolvimento como um todo. Além da necessidade de escolas e da sua qualidade, ele reforçou que é preciso garantir o acesso à nutrição, à cultura e à segurança. “O desenvolvimento precisa ser integral, para além de existir vagas em creches e escolas funcionando. É preciso que as crianças tenham acesso aos livros, para que elas desenvolvam sua sensibilidade e criatividade e preencham sua caixa de ferramentas com instrumental de criticidade, de indagação, de pensamento fora da caixa”, explicou.
[18:12, 03/05/2023] Marcos: Foto: Joel Vargas/GVG

[18:12, 03/05/2023] Marcos: Os direitos das crianças e as políticas públicas eficazes para protegê-las foram abordados nesta quarta-feira (3/5) na Conferência Livre da Primeira Infância, promovida pelo Comitê Estadual Intersetorial pela Primeira Infância (Ceipi). Na abertura do encontro, o vice-governador do Estado e coordenador do Comitê, Gabriel Souza, reforçou a importância do tema para o governo. A reunião teve como objetivo proporcionar um espaço aberto para debate, promovendo a transversalidade entre os principais atores responsáveis pela elaboração e execução dos programas ligados à primeira infância no Rio Grande do Sul.
"As ações de cuidado com essa fase da vida, que compreende desde a gestação até os seis anos das crianças, são essenciais para garantirmos um futuro de oportunidades para as próximas gerações. Estamos trabalhando diariamente nisso no governo do Estado", enfatizou o vice-governador durante a apresentação do painel sobre as iniciativas do Executivo estadual na área.
A abertura do edital para adesão de mais municípios ao programa Primeira Infância Melhor (PIM), a inclusão do tema no Gabinete de Projetos Especiais (GPE), vinculado ao gabinete do vice-governador, e a atenção à educação infantil foram algumas das iniciativas elencadas por Gabriel.
O professor Paulo Fochi, doutor em Educação e coordenador do curso de especialização em Educação Infantil da Unisinos, também participou do painel e apresentou novas perspectivas para a educação no Estado. Segundo ele, para cuidar das crianças é preciso pensar na individualidade de cada uma. “São pessoas que sentem, que pensam, que têm direitos. A forma como tratamos as nossas crianças fala sobre como elas entenderão o seu desenvolvimento e o processo de ‘tornar-se gente’.”
Paulo expôs a importância do desenvolvimento como um todo. Além da necessidade de escolas e da sua qualidade, ele reforçou que é preciso garantir o acesso à nutrição, à cultura e à segurança. “O desenvolvimento precisa ser integral, para além de existir vagas em creches e escolas funcionando. É preciso que as crianças tenham acesso aos livros, para que elas desenvolvam sua sensibilidade e criatividade e preencham sua caixa de ferramentas com instrumental de criticidade, de indagação, de pensamento fora da caixa”, explicou.
[18:12, 03/05/2023] Marcos: Foto: Joel Vargas/GVG