Hospital São Paulo sem solução para sua crise financeira


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Aldoir Nepomuceno foto: Rudimar Galvan 20/08/2016

Ainda não surgiu solução para a crise financeira do Hospital São Paulo de Lagoa Vermelha. Reunidos hoje, 20, no programa Falando Francamente, da Rádio Cacique, Zeferino Marcante, superintendente da Fundação Araucária, proprietária do hospital; Domingos Francescato, secretário municipal da Saúde; e Oscar Grau, presidente do Conselho Municipal da Saúde analisaram, sob vários aspectos, as dificuldades financeiras do HSP, e dos demais hospitais filantrópicos do Rio Grande do Sul. A renovação do convênio com o Estado do Rio Grande do Sul ocorrido recentemente não majorou valores, não resolvendo o problema, disse Marcante. O secretário da Saúde, Domingos Francescato, afirmou que o município é parceiro da Fundação para encontrar uma solução, mas não pretende elevar o valor dos repasses. Oscar Grau, presidente do CMS, apelou para que as partes envolvidas se mantenham unidas na busca de soluções e defendeu uma reformulação da política de saúde no Brasil. Para Oscar, as mais de 40 mil pessoas da área do hospital de Lagoa Vermelha, não podem ficar sem serviços hospitalares. Zeferino Marcante disse que, por falta de “caixa” a Fundação já deixou até de pagar contas de energia elétrica e está com ameaça de corte de luz e de inclusão da Fundação em cadastro de empresas inadimplentes. Não sabe até quando o Hospital terá condições de suportar o déficit de suas contas. Diante desse cenário não está descartada a possibilidade de fechamento do Hospital de Lagoa Vermelha. Terça-feira, 23, em Passo Fundo, haverá reunião com hospitais filantrópicos do Estado para analisar possíveis soluções.

Ainda não surgiu solução para a crise financeira do Hospital São Paulo de Lagoa Vermelha. Reunidos hoje, 20, no programa Falando Francamente, da Rádio Cacique, Zeferino Marcante, superintendente da Fundação Araucária, proprietária do hospital; Domingos Francescato, secretário municipal da Saúde; e Oscar Grau, presidente do Conselho Municipal da Saúde analisaram, sob vários aspectos, as dificuldades financeiras do HSP, e dos demais hospitais filantrópicos do Rio Grande do Sul. A renovação do convênio com o Estado do Rio Grande do Sul ocorrido recentemente não majorou valores, não resolvendo o problema, disse Marcante. O secretário da Saúde, Domingos Francescato, afirmou que o município é parceiro da Fundação para encontrar uma solução, mas não pretende elevar o valor dos repasses. Oscar Grau, presidente do CMS, apelou para que as partes envolvidas se mantenham unidas na busca de soluções e defendeu uma reformulação da política de saúde no Brasil. Para Oscar, as mais de 40 mil pessoas da área do hospital de Lagoa Vermelha, não podem ficar sem serviços hospitalares. Zeferino Marcante disse que, por falta de “caixa” a Fundação já deixou até de pagar contas de energia elétrica e está com ameaça de corte de luz e de inclusão da Fundação em cadastro de empresas inadimplentes. Não sabe até quando o Hospital terá condições de suportar o déficit de suas contas. Diante desse cenário não está descartada a possibilidade de fechamento do Hospital de Lagoa Vermelha. Terça-feira, 23, em Passo Fundo, haverá reunião com hospitais filantrópicos do Estado para analisar possíveis soluções.

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