Ibiraiaras: PATRAM apreende oito toneladas de pinhões colhidos fora de época


Compartilhe:


Marcos Roberto Nepomuceno 03/04/2022

Após receber denúncia, a PATRAM de Lagoa Vermelha localizou, dia 31 de março, em uma propriedade rural situada em Santo Expedito, Ibiraiaras, uma gigantesca quantidade de pinhas e pinhões: oito toneladas. O responsável pela colheita foi autuado e o material apreendido.

Para transportar a carga de pinhas foi necessário o uso de uma retroescavadeira e um caminhão. Parte dos pinhões foi doada para entidades assistenciais e outra destinada ao PRIMAVES, local que abriga aves e animais silvestres em Passo Fundo.

O fato foi registrado como crime ambiental visto que a colheita e comercialização do pinhão só são permitidas a partir do dia 15 de abril. Conforme o comandante da PATRAM de Lagoa Vermelha, sargento Hilton Alves Pereira, a pena para quem descumprir a lei pode ocasionar a prisão por período que varia de seis meses a um ano.

Sargento Hilton explica que o período anterior à colheita é vital para o bom desenvolvimento das plantas e alimentação de algumas aves. O comandante também lembra que o corte de araucária nos meses de abril, maio e junho está proibido, conforme normativa do Ibama.

As denúncias de crimes ambientais podem ser encaminhadas a PATRAM por meio do telefone (54) 3358-4072. O batalhão de Lagoa Vermelha atende 10 municípios. (Rudimar Galvan)

Após receber denúncia, a PATRAM de Lagoa Vermelha localizou, dia 31 de março, em uma propriedade rural situada em Santo Expedito, Ibiraiaras, uma gigantesca quantidade de pinhas e pinhões: oito toneladas. O responsável pela colheita foi autuado e o material apreendido.

Para transportar a carga de pinhas foi necessário o uso de uma retroescavadeira e um caminhão. Parte dos pinhões foi doada para entidades assistenciais e outra destinada ao PRIMAVES, local que abriga aves e animais silvestres em Passo Fundo.

O fato foi registrado como crime ambiental visto que a colheita e comercialização do pinhão só são permitidas a partir do dia 15 de abril. Conforme o comandante da PATRAM de Lagoa Vermelha, sargento Hilton Alves Pereira, a pena para quem descumprir a lei pode ocasionar a prisão por período que varia de seis meses a um ano.

Sargento Hilton explica que o período anterior à colheita é vital para o bom desenvolvimento das plantas e alimentação de algumas aves. O comandante também lembra que o corte de araucária nos meses de abril, maio e junho está proibido, conforme normativa do Ibama.

As denúncias de crimes ambientais podem ser encaminhadas a PATRAM por meio do telefone (54) 3358-4072. O batalhão de Lagoa Vermelha atende 10 municípios. (Rudimar Galvan)

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

Mais publicações