
A cerimônia de abertura da VI Conferência Regional de Assistência Social ocorreu na tarde de terça-feira, dia 27 de agosto, na Casa da Cultura Athos Branco, em Lagoa Vermelha. No local estavam presentes assistentes sociais de 14 municípios da região. Durante o encontro foram debatidos assuntos sobre os atuais desafios da assistência social, e quais medidas podem ser tomadas dentro das políticas públicas.
Na conferência, a vice-presidente do Conselho Estadual de Assistência Social, Isolete Bacca, palestrou sobre o tema “A assistência social: direito do povo com financiamento público e participação social”. Isolete abordou assuntos como o cenário de redução de direitos sociais e humanos, a internação involuntária, as mudanças de acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros.
“O foco central é um momento de avaliar e compreender o atual desafio da assistência social, e a conjuntura social do país. Além de constatar quais são os passos que deverão ser dados, dentro das políticas públicas de assistência social”, diz Isolete. A vice-presidente explica que assistência social é um direito do cidadão, e o Estado tem o dever de reverter os impostos em políticas públicas. “O Estado não supre as demandas da assistência social, e então cabe as instituições trabalharem com o acolhimento para crianças, idosos, mulheres, entre outros”, completa.
Segundo Isolete, as políticas públicas e os trabalhadores do Sistema único de Saúde (SUS), são os operadores de direitos sociais, e trabalham para que não ocorram violações dos mesmos. Ela salienta que muitas vezes ocorre um equívoco por parte da população, de que a Assistência Social é destinada apenas para pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.
Outros índices que estão dentro do cenário da redução dos direitos sociais, de acordo com Isolete, incluem a alta taxa de homicídios, a situação do sistema prisional brasileiro, as várias formas de violência contra mulheres, crianças e adolescentes, a homofobia, etc.
Sobre a conferência
Ao todo 14 municípios participaram da conferência: Tapejara, Barracão, Sananduva, Ibiaçá, Tupanci do Sul, Capão Bonito do Sul, Vila Lângaro, Paim Filho, Caseiros, Santo Expedito do Sul, Cacique Doble, São José do Ouro, Lagoa Vermelha e Ibiraiaras. Estiverem presentes o vice prefeito de Lagoa Vermelha, Clóvis Neckel, a secretária de ação social do município, Marina Bussolotto, presidente da Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social (Coegemas), Reni de Andrade, a vereadora Ruth Bussolotto e a presidente do conselho municipal de assistência social, Genair Dutra.

A cerimônia de abertura da VI Conferência Regional de Assistência Social ocorreu na tarde de terça-feira, dia 27 de agosto, na Casa da Cultura Athos Branco, em Lagoa Vermelha. No local estavam presentes assistentes sociais de 14 municípios da região. Durante o encontro foram debatidos assuntos sobre os atuais desafios da assistência social, e quais medidas podem ser tomadas dentro das políticas públicas.
Na conferência, a vice-presidente do Conselho Estadual de Assistência Social, Isolete Bacca, palestrou sobre o tema “A assistência social: direito do povo com financiamento público e participação social”. Isolete abordou assuntos como o cenário de redução de direitos sociais e humanos, a internação involuntária, as mudanças de acesso ao Benefício de Prestação Continuada (BPC), entre outros.
“O foco central é um momento de avaliar e compreender o atual desafio da assistência social, e a conjuntura social do país. Além de constatar quais são os passos que deverão ser dados, dentro das políticas públicas de assistência social”, diz Isolete. A vice-presidente explica que assistência social é um direito do cidadão, e o Estado tem o dever de reverter os impostos em políticas públicas. “O Estado não supre as demandas da assistência social, e então cabe as instituições trabalharem com o acolhimento para crianças, idosos, mulheres, entre outros”, completa.
Segundo Isolete, as políticas públicas e os trabalhadores do Sistema único de Saúde (SUS), são os operadores de direitos sociais, e trabalham para que não ocorram violações dos mesmos. Ela salienta que muitas vezes ocorre um equívoco por parte da população, de que a Assistência Social é destinada apenas para pessoas em situação de vulnerabilidade econômica.
Outros índices que estão dentro do cenário da redução dos direitos sociais, de acordo com Isolete, incluem a alta taxa de homicídios, a situação do sistema prisional brasileiro, as várias formas de violência contra mulheres, crianças e adolescentes, a homofobia, etc.
Sobre a conferência
Ao todo 14 municípios participaram da conferência: Tapejara, Barracão, Sananduva, Ibiaçá, Tupanci do Sul, Capão Bonito do Sul, Vila Lângaro, Paim Filho, Caseiros, Santo Expedito do Sul, Cacique Doble, São José do Ouro, Lagoa Vermelha e Ibiraiaras. Estiverem presentes o vice prefeito de Lagoa Vermelha, Clóvis Neckel, a secretária de ação social do município, Marina Bussolotto, presidente da Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social (Coegemas), Reni de Andrade, a vereadora Ruth Bussolotto e a presidente do conselho municipal de assistência social, Genair Dutra.