
Movimentações estão ocorrendo nos bastidores da política no município, em especial aquelas ligadas a sucessão municipal e possíveis candidaturas não só ao Paço Municipal, mas também a Câmara de Vereadores.
Surge a especulação de que o PPS de Lagoa Vermelha poderia ver suas lideranças migrarem para o PSDB, hoje presidido por Crescêncio Ferreira Neto, tendo em suas fileiras o ex-vereador Adriano Dolzan.
O PPS conta com nomes como o do suplente de vereador Ilson Papeleiro e o ex-vereador Luiz Antônio Muliterno (Tulu).
Conversas nesse sentido ocorreram, aguardando-se desdobramentos.
A união das lideranças do PSDB e PPS (Cidadania) é ventilada no sentido de fortalecer nominata de candidaturas a vereador, já que neste pleito não haverá coligações entre os partidos para o Legislativo.
No pleito de 2016, tanto o PSDB e PPS estiveram aliados a candidatura de Bonotto a prefeito. No PPS, seu presidente, Luiz Antônio Muliterno, não apoiou Bonotto a prefeitura, abrindo voto para Sérgio Menegaz, PDT.

Movimentações estão ocorrendo nos bastidores da política no município, em especial aquelas ligadas a sucessão municipal e possíveis candidaturas não só ao Paço Municipal, mas também a Câmara de Vereadores.
Surge a especulação de que o PPS de Lagoa Vermelha poderia ver suas lideranças migrarem para o PSDB, hoje presidido por Crescêncio Ferreira Neto, tendo em suas fileiras o ex-vereador Adriano Dolzan.
O PPS conta com nomes como o do suplente de vereador Ilson Papeleiro e o ex-vereador Luiz Antônio Muliterno (Tulu).
Conversas nesse sentido ocorreram, aguardando-se desdobramentos.
A união das lideranças do PSDB e PPS (Cidadania) é ventilada no sentido de fortalecer nominata de candidaturas a vereador, já que neste pleito não haverá coligações entre os partidos para o Legislativo.
No pleito de 2016, tanto o PSDB e PPS estiveram aliados a candidatura de Bonotto a prefeito. No PPS, seu presidente, Luiz Antônio Muliterno, não apoiou Bonotto a prefeitura, abrindo voto para Sérgio Menegaz, PDT.