Moradores cobram medidas para evitar mais mortes na BR 285


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Foto: Ronaldo Gerevini/NG Revista 14/07/2013

As mortes de uma criança de cinco anos e uma mulher de 55 anos, agora tarde, em Lagoa Vermelha, no perímetro urbano da cidade, no trevo do Estádio Adão Castellano, tão logo ganhou repercussão na mídia eletrônica, despertou atenção da comunidade. Nas redes sociais, cidadãos demonstram insatisfação por ainda não serem tomadas medidas preventivas no local que, ao longo dos últimos anos, tem sido palco de inúmeros acidentes, muitos deles com vítimas fatais. Já foi reivindicada a alteração do trevo na BR 285, que viu aumentar significativamente o tráfego de veículos de caminhões, com o asfaltamento da BR 470. Outra medida apontada como preventiva seria a instalação de redutores de velocidade ou lombadas eletrônicas. Terezinha do Carmo, funcionária pública e colunista da Folha do Nordeste alerta: “nós, moradores do Bairro Suzana, convivemos com essa insegurança diariamente, pois precisamos atravessar a BR todos os dias, seja a pé ou de carro... O risco é sempre presente. Inúmeras vidas já foram perdidas e nada foi feito... Quantos ainda terão que morrer até que se faça algo?”

As mortes de uma criança de cinco anos e uma mulher de 55 anos, agora tarde, em Lagoa Vermelha, no perímetro urbano da cidade, no trevo do Estádio Adão Castellano, tão logo ganhou repercussão na mídia eletrônica, despertou atenção da comunidade. Nas redes sociais, cidadãos demonstram insatisfação por ainda não serem tomadas medidas preventivas no local que, ao longo dos últimos anos, tem sido palco de inúmeros acidentes, muitos deles com vítimas fatais. Já foi reivindicada a alteração do trevo na BR 285, que viu aumentar significativamente o tráfego de veículos de caminhões, com o asfaltamento da BR 470. Outra medida apontada como preventiva seria a instalação de redutores de velocidade ou lombadas eletrônicas. Terezinha do Carmo, funcionária pública e colunista da Folha do Nordeste alerta: “nós, moradores do Bairro Suzana, convivemos com essa insegurança diariamente, pois precisamos atravessar a BR todos os dias, seja a pé ou de carro... O risco é sempre presente. Inúmeras vidas já foram perdidas e nada foi feito... Quantos ainda terão que morrer até que se faça algo?”

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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