
O Dia dos Professores, comemorado nesta segunda-feira, 15 de outubro, foi lembrado no Plenário pela senadora Ana Amélia (PP-RS). Afirmando serem os professores herois do cotidiano, uma categoria de importância inquestionável, a senadora lamentou que a data não fosse motivo para celebração e, sim, para reflexão. Os professores, afirmou, vivem atualmente em situação grave e preocupante. A senadora citou resultado de pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas, a pedido da Fundação Vitor Civita (FVC), revelando que, de 1,5 mil alunos do último ano do ensino médio ouvidos pelo instituto, apenas 2% demonstraram intenção de cursar alguma licenciatura ligada ao magistério. A pesquisa mostrou ainda que professores de escolas em seis capitais do país enfrentam, no dia-a-dia, salas de aula lotadas, infraestrutura precária nas instalações das instituições de ensino, pouca formação acadêmica e remunerações menores do que o piso nacional da categoria. - Os dados, infelizmente, reforçam que os professores, mesmo sendo tão necessários para a formação dos brasileiros, estão com total falta de prestigio entre os jovens. Eles precisam ser olhados com mais admiração e tratados com respeito pelas autoridades, pelos alunos e pelos pais dos alunos. Todos, inclusive nós, do Senado, precisam pensar em ações concretas e propositivas para o retorno da valorização desta categoria defendeu a senadora. Ana Amélia comparou o Brasil a países como Finlândia, Coreia do Sul, China e Cingapura, que investiram maciçamente na educação e onde os professores chegam a ser mais valorizados do que médicos.

O Dia dos Professores, comemorado nesta segunda-feira, 15 de outubro, foi lembrado no Plenário pela senadora Ana Amélia (PP-RS). Afirmando serem os professores herois do cotidiano, uma categoria de importância inquestionável, a senadora lamentou que a data não fosse motivo para celebração e, sim, para reflexão. Os professores, afirmou, vivem atualmente em situação grave e preocupante. A senadora citou resultado de pesquisa realizada pela Fundação Carlos Chagas, a pedido da Fundação Vitor Civita (FVC), revelando que, de 1,5 mil alunos do último ano do ensino médio ouvidos pelo instituto, apenas 2% demonstraram intenção de cursar alguma licenciatura ligada ao magistério. A pesquisa mostrou ainda que professores de escolas em seis capitais do país enfrentam, no dia-a-dia, salas de aula lotadas, infraestrutura precária nas instalações das instituições de ensino, pouca formação acadêmica e remunerações menores do que o piso nacional da categoria. - Os dados, infelizmente, reforçam que os professores, mesmo sendo tão necessários para a formação dos brasileiros, estão com total falta de prestigio entre os jovens. Eles precisam ser olhados com mais admiração e tratados com respeito pelas autoridades, pelos alunos e pelos pais dos alunos. Todos, inclusive nós, do Senado, precisam pensar em ações concretas e propositivas para o retorno da valorização desta categoria defendeu a senadora. Ana Amélia comparou o Brasil a países como Finlândia, Coreia do Sul, China e Cingapura, que investiram maciçamente na educação e onde os professores chegam a ser mais valorizados do que médicos.