O badalar da vitória


Compartilhe:


Foto: Divulgação 28/08/2024 Neste mês, cinco crianças e adolescentes tocaram o Sino da Vida no Centro Oncológico Infantojuvenil do Hospital São Vicente de Paulo

Quem passou em frente ao Centro Oncológico Infantojuvenil do Hospital São Vicente de Paulo, de Passo Fundo, na terça-feira, 20 de agosto, se deparou com uma cena emocionante: ex-pacientes, familiares, médicos, equipe multiprofissional e demais colaboradores reuniram-se para celebrar o toque do Sino da Vida, um dos momentos mais aguardados na luta contra o câncer.

O badalar que ecoou nos corredores do HSVP representou a alegria de cinco crianças e adolescentes ao comemoraram o fim do tratamento e o início de uma nova fase da vida. O sino foi tocado pelo Rômulo Fumegali, de 2 anos, Davi Stolberg, de 6, Augusto Vargas, de 15, Érica Serafini Kubiak, de 20, e Júlia Parisotto Lodi, de 21 anos.

Um sinal de esperança

Rômulo, que é morador de Ibirapuitã, foi diagnosticado com um tumor no fígado em dezembro de 2022. Hoje, os pais Adriano e Bruna Fumegali celebram a vitória do pequeno guerreiro contra a doença. “Quando escutávamos ou ficávamos sabendo que alguém tocaria o Sino da Vida tínhamos um sinal de esperança muito grande em nossos corações. Esperamos que o badalar ressoe no coração de cada paciente e que confiem, acima de tudo, em Deus”, disseram. 

Morador de Frederico Westphalen, Davi também enfrentou uma batalha contra um tumor no fígado quando tinha apenas 3 anos de idade. A mãe, Adriane Marques, sente-se grata ao vê-lo tocar o Sino que representa uma nova fase da vida. “Este momento foi até antes do esperado, então é algo maravilhoso e abençoado por Deus”, destacou. 

Augusto, de Passo Fundo, também teve a alegria de tocar o Sino da Vida. Os pais, André e Patrícia Vargas, relembram que o período entre o diagnóstico de um tumor no crânio até o fim do tratamento foi movido por muita esperança. “Nos sentimos muito gratos ao vê-lo curado. Nunca perdemos a fé e hoje só temos a agradecer pela vida”, afirmaram. 

Quando estava em tratamento contra a Leucemia Linfoide Aguda (LLA), Érika, que é moradora de Erechim, olhava para o sino com esperança de poder tocá-lo em breve. “Este dia chegou e é uma vitória para mim e minha família. Me sinto muito feliz e grata por vivenciar este momento”, ressaltou. 

Quem também vivenciou este momento especial foi a jovem Júlia Parisotto Lodi, moradora de Passo Fundo. Diagnosticada com um tipo de tumor no ovário há três anos, hoje ela celebra a vitória contra a doença. “Esta é uma sensação muito boa. Esperei muito tempo por isso. Quando recebi o convite para participar da cerimônia, até questionei: sou eu mesma? Fiquei muito feliz!”, afirmou.

O Sino da Vida

Idealizado pelo Núcleo de Cuidados Integrativos (NCI), o projeto Sino da Vida nasceu em 2019 com o objetivo de lembrar a todos que o câncer tem cura. A médica oncologista pediátrica, Dra. Caroline Fincatto da Silva, que também acompanhou a cerimônia, destaca a importância deste ato para os pacientes da oncologia. “Tocar o Sino da Vida é um dos momentos mais esperados pelos pacientes do Centro Oncológico Infantojuvenil, pois ele simboliza o fim do tratamento quimioterápico e o início de uma nova etapa na vida destes pacientes e seus familiares. Esse momento é sempre marcado por muita emoção e alegria”, frisou a médica.

Créditos: Liliane Ferenci - Comunicação HSVP

Legenda principal - Augusto Vargas (15), Júlia Parisotto Lodi (21), Érica Serafini Kubiak (20), Davi Stolberg (6) e Rômulo Fumegali (02) tocaram o Sino da Vida no Centro Oncológico

Legenda 02 - Cerimônia foi prestigiada por familiares, médicos, equipe multiprofissional e demais colaboradores do Centro Oncológico Infantojuvenil

Legenda 03 - Cerimônia também foi prestigiada por médicas do Centro Oncológico Infantojuvenil

Legenda 04 - Rômulo Fumegali, de dois anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

Legenda 05 - Davi Stolberg, de 6 anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

Legenda 06 - Augusto Vargas, de 15 anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

Legenda 07 - Erika Serafini Kubiak, de 20 anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

Legenda 08 - Júlia Parisotto Lodi, de 21 anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

 

 

Quem passou em frente ao Centro Oncológico Infantojuvenil do Hospital São Vicente de Paulo, de Passo Fundo, na terça-feira, 20 de agosto, se deparou com uma cena emocionante: ex-pacientes, familiares, médicos, equipe multiprofissional e demais colaboradores reuniram-se para celebrar o toque do Sino da Vida, um dos momentos mais aguardados na luta contra o câncer.

O badalar que ecoou nos corredores do HSVP representou a alegria de cinco crianças e adolescentes ao comemoraram o fim do tratamento e o início de uma nova fase da vida. O sino foi tocado pelo Rômulo Fumegali, de 2 anos, Davi Stolberg, de 6, Augusto Vargas, de 15, Érica Serafini Kubiak, de 20, e Júlia Parisotto Lodi, de 21 anos.

Um sinal de esperança

Rômulo, que é morador de Ibirapuitã, foi diagnosticado com um tumor no fígado em dezembro de 2022. Hoje, os pais Adriano e Bruna Fumegali celebram a vitória do pequeno guerreiro contra a doença. “Quando escutávamos ou ficávamos sabendo que alguém tocaria o Sino da Vida tínhamos um sinal de esperança muito grande em nossos corações. Esperamos que o badalar ressoe no coração de cada paciente e que confiem, acima de tudo, em Deus”, disseram. 

Morador de Frederico Westphalen, Davi também enfrentou uma batalha contra um tumor no fígado quando tinha apenas 3 anos de idade. A mãe, Adriane Marques, sente-se grata ao vê-lo tocar o Sino que representa uma nova fase da vida. “Este momento foi até antes do esperado, então é algo maravilhoso e abençoado por Deus”, destacou. 

Augusto, de Passo Fundo, também teve a alegria de tocar o Sino da Vida. Os pais, André e Patrícia Vargas, relembram que o período entre o diagnóstico de um tumor no crânio até o fim do tratamento foi movido por muita esperança. “Nos sentimos muito gratos ao vê-lo curado. Nunca perdemos a fé e hoje só temos a agradecer pela vida”, afirmaram. 

Quando estava em tratamento contra a Leucemia Linfoide Aguda (LLA), Érika, que é moradora de Erechim, olhava para o sino com esperança de poder tocá-lo em breve. “Este dia chegou e é uma vitória para mim e minha família. Me sinto muito feliz e grata por vivenciar este momento”, ressaltou. 

Quem também vivenciou este momento especial foi a jovem Júlia Parisotto Lodi, moradora de Passo Fundo. Diagnosticada com um tipo de tumor no ovário há três anos, hoje ela celebra a vitória contra a doença. “Esta é uma sensação muito boa. Esperei muito tempo por isso. Quando recebi o convite para participar da cerimônia, até questionei: sou eu mesma? Fiquei muito feliz!”, afirmou.

O Sino da Vida

Idealizado pelo Núcleo de Cuidados Integrativos (NCI), o projeto Sino da Vida nasceu em 2019 com o objetivo de lembrar a todos que o câncer tem cura. A médica oncologista pediátrica, Dra. Caroline Fincatto da Silva, que também acompanhou a cerimônia, destaca a importância deste ato para os pacientes da oncologia. “Tocar o Sino da Vida é um dos momentos mais esperados pelos pacientes do Centro Oncológico Infantojuvenil, pois ele simboliza o fim do tratamento quimioterápico e o início de uma nova etapa na vida destes pacientes e seus familiares. Esse momento é sempre marcado por muita emoção e alegria”, frisou a médica.

Créditos: Liliane Ferenci - Comunicação HSVP

Legenda principal - Augusto Vargas (15), Júlia Parisotto Lodi (21), Érica Serafini Kubiak (20), Davi Stolberg (6) e Rômulo Fumegali (02) tocaram o Sino da Vida no Centro Oncológico

Legenda 02 - Cerimônia foi prestigiada por familiares, médicos, equipe multiprofissional e demais colaboradores do Centro Oncológico Infantojuvenil

Legenda 03 - Cerimônia também foi prestigiada por médicas do Centro Oncológico Infantojuvenil

Legenda 04 - Rômulo Fumegali, de dois anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

Legenda 05 - Davi Stolberg, de 6 anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

Legenda 06 - Augusto Vargas, de 15 anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

Legenda 07 - Erika Serafini Kubiak, de 20 anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

Legenda 08 - Júlia Parisotto Lodi, de 21 anos, tocou o Sino da Vida no HSVP

 

 

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

Mais publicações