O PAC do Saneamento Ambiental em Lagoa Vermelha


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31/05/2011 Município participa de Seminário na Assembleia

Os municípios gaúchos no Programa de Aceleração do Crescimento – PAC do Saneamento Ambiental foi o tema do seminário na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul na sexta-feira, 27. Lagoa Vermelha esteve representada pelo Secretário de Obras e Viação, Maurício Casarin e pela Coordenadora da Agência de Desenvolvimento, Ana Paula Pacheco. O debate foi coordenado pela senadora Ana Amélia Lemos e pelo deputado federal Ronaldo Zulke. O evento fez parte do programa Destinos e Ações para o Rio Grande da Assembléia e teve por objetivo repassar aos representantes dos municípios instruções de como proceder na elaboração de projetos e no acesso aos recursos do PAC do Saneamento. O Governo Federal por meio do PAC 2 investirá o total de R$ 22,1 bilhões na área de saneamento em todo país. Os municípios do grupo 3 (com menos de 50 mil habitantes) serão beneficiados com R$ 5 bilhões, sendo que R$ 4 bilhões são recursos do orçamento (sem contrapartida) e R$ 1 bilhão é financiamento. Ana Amélia destacou que os municípios receberam no evento “o mapa da mina de acesso aos recursos”. Ela acredita que o saneamento representa não só qualidade de vida, mas também saúde e prevenção. A senadora destacou a importância de “disponibilizar recursos para uma área fundamental, pois, para cada R$ 1,00 investido em saneamento ambiental são economizados R$ 3,00 em saúde pública”. A necessidade de o futuro das cidades estar intimamente ligado à ideia do saneamento ambiental foi destacada por Zulke, que salientou que o PAC do Saneamento Ambiental é um salto de qualidade muito importante na vida dos brasileiros. O Secretário Estadual de Habitação e Saneamento, Marcel Frison acredita que o tema deve ser tratado com a unificação de esforços, gerando ações articuladas a médio e longo prazo. “É preciso a unificação das prefeituras, estados, governo federal, autarquias e todos os envolvidos nesta área para avançarmos no tratamento de esgoto, lixo e drenagem”, disse. A importância de apresentar projetos de qualidade foi destacada durante todo o seminário. Representantes do Ministério das Cidades e do Planejamento, Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Funasa e Secretarias Nacional de Habitação, Saneamento Ambiental e Transporte e Mobilidade Urbana; salientaram que projetos bem elaborados são selecionados pelo PAC. Participaram o presidente da Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia, deputado Luis Fernando Schmidt; deputado Raul Carrion; diretora de Articulação Institucional do Ministério das Cidades, Viviana Simão; secretário nacional de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Luiz Carlos Bueno; o superintendente estadual da Funasa, Gustavo Mello; o secretário de Estado de Planejamento, Gestão e Participação Cidadã, João Motta; representante da Secretaria Nacional de Habitação, Maria do Carmo Avesani; secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski; Cláudio Vignatti da Secretaria de Relações Institucionais da presidência da República e o presidente da Famurs, Vilmar Zanchin. O PAC do Saneamento Ambiental em Lagoa Vermelha A Coordenadora da Agência de Desenvolvimento, Ana Paula Pacheco avaliou o evento como importante para o esclarecimento de dúvidas. “As informações que recebemos no seminário vão auxiliar no preenchimento da carta-consulta, fazendo com que tenhamos vantagem em relação aos municípios que não participaram”, destacou. Uma das prioridades do prefeito Getulio Cerioli, conforme o secretário Maurício Casarin, é o saneamento básico, que já atingiu 5 km de construção de redes pluvial e cloacal. Assim, “o evento teve grande valia para o município, pois trouxe a possibilidade de realizarmos projeto de maior proporção e sanar antigas reivindicações”, destaca Maurício. Os municípios com até 50 mil habitantes terão o prazo de 15 de junho a 15 de julho para apresentar ao governo federal propostas de realização de obras de saneamento básico. Cada município poderá apresentar duas cartas-consulta, uma para a modalidade de água e outra para esgotamento sanitário.

Os municípios gaúchos no Programa de Aceleração do Crescimento – PAC do Saneamento Ambiental foi o tema do seminário na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul na sexta-feira, 27. Lagoa Vermelha esteve representada pelo Secretário de Obras e Viação, Maurício Casarin e pela Coordenadora da Agência de Desenvolvimento, Ana Paula Pacheco. O debate foi coordenado pela senadora Ana Amélia Lemos e pelo deputado federal Ronaldo Zulke. O evento fez parte do programa Destinos e Ações para o Rio Grande da Assembléia e teve por objetivo repassar aos representantes dos municípios instruções de como proceder na elaboração de projetos e no acesso aos recursos do PAC do Saneamento. O Governo Federal por meio do PAC 2 investirá o total de R$ 22,1 bilhões na área de saneamento em todo país. Os municípios do grupo 3 (com menos de 50 mil habitantes) serão beneficiados com R$ 5 bilhões, sendo que R$ 4 bilhões são recursos do orçamento (sem contrapartida) e R$ 1 bilhão é financiamento. Ana Amélia destacou que os municípios receberam no evento “o mapa da mina de acesso aos recursos”. Ela acredita que o saneamento representa não só qualidade de vida, mas também saúde e prevenção. A senadora destacou a importância de “disponibilizar recursos para uma área fundamental, pois, para cada R$ 1,00 investido em saneamento ambiental são economizados R$ 3,00 em saúde pública”. A necessidade de o futuro das cidades estar intimamente ligado à ideia do saneamento ambiental foi destacada por Zulke, que salientou que o PAC do Saneamento Ambiental é um salto de qualidade muito importante na vida dos brasileiros. O Secretário Estadual de Habitação e Saneamento, Marcel Frison acredita que o tema deve ser tratado com a unificação de esforços, gerando ações articuladas a médio e longo prazo. “É preciso a unificação das prefeituras, estados, governo federal, autarquias e todos os envolvidos nesta área para avançarmos no tratamento de esgoto, lixo e drenagem”, disse. A importância de apresentar projetos de qualidade foi destacada durante todo o seminário. Representantes do Ministério das Cidades e do Planejamento, Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Funasa e Secretarias Nacional de Habitação, Saneamento Ambiental e Transporte e Mobilidade Urbana; salientaram que projetos bem elaborados são selecionados pelo PAC. Participaram o presidente da Comissão de Segurança e Serviços Públicos da Assembleia, deputado Luis Fernando Schmidt; deputado Raul Carrion; diretora de Articulação Institucional do Ministério das Cidades, Viviana Simão; secretário nacional de Transportes e Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades, Luiz Carlos Bueno; o superintendente estadual da Funasa, Gustavo Mello; o secretário de Estado de Planejamento, Gestão e Participação Cidadã, João Motta; representante da Secretaria Nacional de Habitação, Maria do Carmo Avesani; secretário Nacional de Saneamento Ambiental, Leodegar Tiscoski; Cláudio Vignatti da Secretaria de Relações Institucionais da presidência da República e o presidente da Famurs, Vilmar Zanchin. O PAC do Saneamento Ambiental em Lagoa Vermelha A Coordenadora da Agência de Desenvolvimento, Ana Paula Pacheco avaliou o evento como importante para o esclarecimento de dúvidas. “As informações que recebemos no seminário vão auxiliar no preenchimento da carta-consulta, fazendo com que tenhamos vantagem em relação aos municípios que não participaram”, destacou. Uma das prioridades do prefeito Getulio Cerioli, conforme o secretário Maurício Casarin, é o saneamento básico, que já atingiu 5 km de construção de redes pluvial e cloacal. Assim, “o evento teve grande valia para o município, pois trouxe a possibilidade de realizarmos projeto de maior proporção e sanar antigas reivindicações”, destaca Maurício. Os municípios com até 50 mil habitantes terão o prazo de 15 de junho a 15 de julho para apresentar ao governo federal propostas de realização de obras de saneamento básico. Cada município poderá apresentar duas cartas-consulta, uma para a modalidade de água e outra para esgotamento sanitário.

Fonte: Imprensa - Prefeitura Municipal

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