Paparico busca apoio da Famurs


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03/08/2011 Evitar o fechamento dos postos de fiscalização

O presidente da Associação dos Municípios do Nordeste Riograndense (Amunor) e prefeito de São João da Urtiga, Ederildo Paparico Bachi (PDT), em assembléia geral, realizada na terça-feira, dia 02 de agosto, na Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em Porto Alegre, defendeu a permanência de postos de fiscalização nas divisas do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. A iniciativa da Famurs teve como finalidade promover o diálogo entre municípios e instituições e reuniu cerca de 200 prefeitos, no auditório da entidade. Na exposição do problema, o dirigente da Amunor explicou que em consequência de uma mudança na escala de trabalho dos técnicos e falta de concursos para preenchimento dos cargos, os postos de fiscalização da região nordeste, nas localidades de Aratiba, Barracão, Barra da Guarita, Vicente Dutra, Maximiliano de Almeida e Basílio da Gama, podem ser fechados. "Nós da região nordeste entendemos que se isso acontecer poderá resultar em um rompimento do comércio nas divisas vizinhas, em razão da diferença tributária dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul", analisou o prefeito. Na oportunidade, Paparico pediu o apoio do presidente da Famurs, Mariovane Weis, para que a reivindicação seja apresentada em uma audiência na Casa Civil, do governo do estado. "Gostaria que a Famurs tomasse como bandeira, essa pauta que trago em nome de meus colegas prefeitos. Se os postos fecharem quem pagará as contas serão as cidades e as regiões menores", alertou.

O presidente da Associação dos Municípios do Nordeste Riograndense (Amunor) e prefeito de São João da Urtiga, Ederildo Paparico Bachi (PDT), em assembléia geral, realizada na terça-feira, dia 02 de agosto, na Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), em Porto Alegre, defendeu a permanência de postos de fiscalização nas divisas do Rio Grande do Sul com Santa Catarina. A iniciativa da Famurs teve como finalidade promover o diálogo entre municípios e instituições e reuniu cerca de 200 prefeitos, no auditório da entidade. Na exposição do problema, o dirigente da Amunor explicou que em consequência de uma mudança na escala de trabalho dos técnicos e falta de concursos para preenchimento dos cargos, os postos de fiscalização da região nordeste, nas localidades de Aratiba, Barracão, Barra da Guarita, Vicente Dutra, Maximiliano de Almeida e Basílio da Gama, podem ser fechados. "Nós da região nordeste entendemos que se isso acontecer poderá resultar em um rompimento do comércio nas divisas vizinhas, em razão da diferença tributária dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul", analisou o prefeito. Na oportunidade, Paparico pediu o apoio do presidente da Famurs, Mariovane Weis, para que a reivindicação seja apresentada em uma audiência na Casa Civil, do governo do estado. "Gostaria que a Famurs tomasse como bandeira, essa pauta que trago em nome de meus colegas prefeitos. Se os postos fecharem quem pagará as contas serão as cidades e as regiões menores", alertou.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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