Presidente do Progressistas de Capão Bonito do Sul: “movimentos no sentido de adiar as eleições são somente atitudes para aparecer na mídia”


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Marcos Roberto Nepomuceno 28/03/2020

O jornal Folha do Nordeste, em sua edição impressa do dia 27 de março, realizou questionamento junto a lideranças de Lagoa Vermelha e região, pedindo a avaliação sobre possível adiamento e ou unificação dos pleitos para 2022. Em meio a pandemia do COVID-19, as opiniões são diversas.

         Para o presidente do Progressistas de Capão Bonito do Sul, Eduardo Mezzomo, “apesar de estarmos vivenciando uma crise de saúde, não podemos perder tempo pensando em algo que ocorrerá daqui a sete meses. Quem sabe o que acontecerá até lá! Talvez no final de abril esteja tudo passado”.

O presidente do Progressistas de Capão Bonito do Sul, complementa: “Penso eu, como membro ativo de um partido político, que os movimentos no sentido de adiar as eleições seja somente atitudes para aparecer na mídia, pois não há sentido nenhum em querer alterar algo muito bem solidificado no artigo 16 da Constituição. Acho, inclusive que só pode ser alterado o prazo com quebra da Constituição.  É assunto sólido. Senão, toda a véspera de eleição algo será levantado como argumento para seu adiamento, por quem tem interesse em adiar”.

Para Mezzomo, “se já está assim na Constituição é para evitar mudanças casuísticas”.

Foto: Divulgação

 

O jornal Folha do Nordeste, em sua edição impressa do dia 27 de março, realizou questionamento junto a lideranças de Lagoa Vermelha e região, pedindo a avaliação sobre possível adiamento e ou unificação dos pleitos para 2022. Em meio a pandemia do COVID-19, as opiniões são diversas.

         Para o presidente do Progressistas de Capão Bonito do Sul, Eduardo Mezzomo, “apesar de estarmos vivenciando uma crise de saúde, não podemos perder tempo pensando em algo que ocorrerá daqui a sete meses. Quem sabe o que acontecerá até lá! Talvez no final de abril esteja tudo passado”.

O presidente do Progressistas de Capão Bonito do Sul, complementa: “Penso eu, como membro ativo de um partido político, que os movimentos no sentido de adiar as eleições seja somente atitudes para aparecer na mídia, pois não há sentido nenhum em querer alterar algo muito bem solidificado no artigo 16 da Constituição. Acho, inclusive que só pode ser alterado o prazo com quebra da Constituição.  É assunto sólido. Senão, toda a véspera de eleição algo será levantado como argumento para seu adiamento, por quem tem interesse em adiar”.

Para Mezzomo, “se já está assim na Constituição é para evitar mudanças casuísticas”.

Foto: Divulgação

 

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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