Professora acusada de mandar matar ex-companheiro vai a júri em São José do Ouro


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Foto: Divulgação 24/03/2025

Nesta segunda-feira, 24 de março, acontece em São José do Ouro, no norte do Estado, o júri popular de uma professora acusada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) de ser a mandante da morte de seu ex-companheiro, o empresário Célio Miola, assassinado em 27 de fevereiro de 2022.

Além da mulher, outros três homens também vão a julgamento por participação na execução do crime. Conforme a denúncia, ela contratou os executores de fora da cidade, prometendo o pagamento de R$ 3 mil a cada um. No dia do crime, a acusada convidou a vítima para um café da manhã, dois dias após o término do relacionamento. Durante o encontro, os homens se passaram por interessados na compra de móveis e simularam um assalto.

Célio foi rendido, obrigado a ajoelhar no banheiro da casa, teve a carteira e o celular roubados, sendo forçado a fornecer a senha do aparelho, anotada na mão da ex-companheira. Na sequência, ela teria ordenado a execução da vítima, que foi morta com um tiro na nuca e outro no ombro.

Três dos réus estão presos e um responde ao processo em liberdade. Eles serão julgados por homicídio qualificado - por motivo fútil, mediante promessa de pagamento, dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima - além do crime de porte ilegal de arma de fogo.

O julgamento conta com a atuação dos promotores de Justiça Damasio Sobieskiak, designado pelo Núcleo de Apoio ao Júri (NAJ), e Rodrigo Bley Santos, titular da Comarca.

Nesta segunda-feira, 24 de março, acontece em São José do Ouro, no norte do Estado, o júri popular de uma professora acusada pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS) de ser a mandante da morte de seu ex-companheiro, o empresário Célio Miola, assassinado em 27 de fevereiro de 2022.

Além da mulher, outros três homens também vão a julgamento por participação na execução do crime. Conforme a denúncia, ela contratou os executores de fora da cidade, prometendo o pagamento de R$ 3 mil a cada um. No dia do crime, a acusada convidou a vítima para um café da manhã, dois dias após o término do relacionamento. Durante o encontro, os homens se passaram por interessados na compra de móveis e simularam um assalto.

Célio foi rendido, obrigado a ajoelhar no banheiro da casa, teve a carteira e o celular roubados, sendo forçado a fornecer a senha do aparelho, anotada na mão da ex-companheira. Na sequência, ela teria ordenado a execução da vítima, que foi morta com um tiro na nuca e outro no ombro.

Três dos réus estão presos e um responde ao processo em liberdade. Eles serão julgados por homicídio qualificado - por motivo fútil, mediante promessa de pagamento, dissimulação e recurso que dificultou a defesa da vítima - além do crime de porte ilegal de arma de fogo.

O julgamento conta com a atuação dos promotores de Justiça Damasio Sobieskiak, designado pelo Núcleo de Apoio ao Júri (NAJ), e Rodrigo Bley Santos, titular da Comarca.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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