
Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Lagoa Vermelha, realizada na segunda-feira, 17 de março, o vereador Ranyeri Bozza (PDT) criticou a falta de fiscalização sobre o serviço de abastecimento de água no município e sugeriu a aplicação de multas à Corsan/Aegea, seguindo o exemplo da Prefeitura de Passo Fundo. O parlamentar também propôs a criação de uma comissão para investigar o contrato de concessão firmado com a empresa.
Ranyeri destacou que a concessionária enfrenta dificuldades para manter o serviço de forma regular e citou como referência a decisão recente da Prefeitura de Passo Fundo, que aplicou multa diária retroativa de R$ 125 mil à empresa devido à falta de água. “O custo da água subiu, como já era esperado, a qualidade do serviço caiu, como já era esperado, e o município parece se eximir da responsabilidade de fiscalizar”, afirmou.
O vereador criticou ainda a forma como o contrato de concessão foi elaborado e cobrou ações mais firmes por parte do Executivo. “Se falta expertise jurídica para fiscalizar, basta copiar o município de Passo Fundo. Lá, a prefeitura tomou medidas enérgicas para que a empresa assuma sua responsabilidade e restabeleça o serviço de forma definitiva”, disse.
Além das críticas à falta de fiscalização, Ranyeri relatou os transtornos enfrentados pela população com a irregularidade no abastecimento. “É inaceitável uma pessoa trabalhar o dia inteiro, chegar em casa cansada e não ter água na torneira. Ou quando tem, vem com detritos. Isso não pode ser tolerado de forma recorrente”, ressaltou.
Diante da situação, o vereador anunciou a intenção de propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar possíveis irregularidades no contrato com a Corsan/Aegea. “Quem quiser participar dessa investigação mais apurada, que assine junto comigo”, concluiu.


Durante a sessão da Câmara de Vereadores de Lagoa Vermelha, realizada na segunda-feira, 17 de março, o vereador Ranyeri Bozza (PDT) criticou a falta de fiscalização sobre o serviço de abastecimento de água no município e sugeriu a aplicação de multas à Corsan/Aegea, seguindo o exemplo da Prefeitura de Passo Fundo. O parlamentar também propôs a criação de uma comissão para investigar o contrato de concessão firmado com a empresa.
Ranyeri destacou que a concessionária enfrenta dificuldades para manter o serviço de forma regular e citou como referência a decisão recente da Prefeitura de Passo Fundo, que aplicou multa diária retroativa de R$ 125 mil à empresa devido à falta de água. “O custo da água subiu, como já era esperado, a qualidade do serviço caiu, como já era esperado, e o município parece se eximir da responsabilidade de fiscalizar”, afirmou.
O vereador criticou ainda a forma como o contrato de concessão foi elaborado e cobrou ações mais firmes por parte do Executivo. “Se falta expertise jurídica para fiscalizar, basta copiar o município de Passo Fundo. Lá, a prefeitura tomou medidas enérgicas para que a empresa assuma sua responsabilidade e restabeleça o serviço de forma definitiva”, disse.
Além das críticas à falta de fiscalização, Ranyeri relatou os transtornos enfrentados pela população com a irregularidade no abastecimento. “É inaceitável uma pessoa trabalhar o dia inteiro, chegar em casa cansada e não ter água na torneira. Ou quando tem, vem com detritos. Isso não pode ser tolerado de forma recorrente”, ressaltou.
Diante da situação, o vereador anunciou a intenção de propor a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar possíveis irregularidades no contrato com a Corsan/Aegea. “Quem quiser participar dessa investigação mais apurada, que assine junto comigo”, concluiu.
