Ronaldo Santini palestra sobre o pacote do governo do Estado na Federasul


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Foto: Nathalia Kurtz 15/12/2016

O deputado Ronaldo Santini (PTB), palestrou, nesta quarta-feira (14), do último “Tá Na Mesa”, na sede da Federasul, sobre o pacote do Governo do Estado, juntamente com os líderes das seis maiores bancadas da Assembleia Legislativa: deputado Frederico Antunes (PP), Tarcísio Zimmermann (PT), Eduardo Loureiro (PDT), Gilberto Capoani (PMDB) e Zilá Breintenbach (PSDB). Os parlamentares foram convidados para mostrarem seus posicionamentos na votação que está prevista para a semana que vem na ALRS. Santini esclareceu que este momento de tomada de decisão é o mais importante em sua trajetória no Parlamento. Ele revelou ainda, que possui consciência de que esta ação envolve questões delicadas da sociedade: “são medidas complexas que afetam a estrutura do Estado, reduzem a máquina pública, demitem pessoas (…) Este tipo de decisão demanda um estudo aprofundado, sei que não é simples”, afirmou o parlamentar. O petebista fez questão de enfatizar que seu partido não faz oposição por oposição e lembrou que o “ PTB quer ajudar a construir um Estado que atenda as demandas da população”. Ronaldo Santini criticou o fato de que o tempo de análise dessas medidas está muito curto. A precariedade dos serviços públicos e o desajuste nas finanças estaduais conduzem a uma reflexão, ponderou o deputado Eduardo Loureiro, do PDT. “Concordo com o Santini no ponto que deve-se manter um equilíbrio para pensarmos nas pessoas prejudicadas”. O líder do PP, deputado Frederico Antunes definiu o pacote como uma correção mas com outras propostas que deverão ser acrescentadas em breve. O líder do PT, Tarcísio Zimmermann, mostrou que houve uma redução de servidores (de 173 mil para 155 mil) e que o orçamento passou de R$ 19,5 bilhões para R$ 63,4 bilhões. Ele disse que não se pode pensar apenas em destruição: “É muito fácil sair destruindo e extinguindo as coisas, a questão é que se deve pensar em reconstrução”, revelou Zimmermann. O líder do PMDB, Gilberto Capoani, disse que é necessário respeitar o desejo dos eleitores que querem um Rio Grande do Sul prestador de serviços. O parlamentar expôs que estas medidas é para transformar o Estado.

O deputado Ronaldo Santini (PTB), palestrou, nesta quarta-feira (14), do último “Tá Na Mesa”, na sede da Federasul, sobre o pacote do Governo do Estado, juntamente com os líderes das seis maiores bancadas da Assembleia Legislativa: deputado Frederico Antunes (PP), Tarcísio Zimmermann (PT), Eduardo Loureiro (PDT), Gilberto Capoani (PMDB) e Zilá Breintenbach (PSDB). Os parlamentares foram convidados para mostrarem seus posicionamentos na votação que está prevista para a semana que vem na ALRS. Santini esclareceu que este momento de tomada de decisão é o mais importante em sua trajetória no Parlamento. Ele revelou ainda, que possui consciência de que esta ação envolve questões delicadas da sociedade: “são medidas complexas que afetam a estrutura do Estado, reduzem a máquina pública, demitem pessoas (…) Este tipo de decisão demanda um estudo aprofundado, sei que não é simples”, afirmou o parlamentar. O petebista fez questão de enfatizar que seu partido não faz oposição por oposição e lembrou que o “ PTB quer ajudar a construir um Estado que atenda as demandas da população”. Ronaldo Santini criticou o fato de que o tempo de análise dessas medidas está muito curto. A precariedade dos serviços públicos e o desajuste nas finanças estaduais conduzem a uma reflexão, ponderou o deputado Eduardo Loureiro, do PDT. “Concordo com o Santini no ponto que deve-se manter um equilíbrio para pensarmos nas pessoas prejudicadas”. O líder do PP, deputado Frederico Antunes definiu o pacote como uma correção mas com outras propostas que deverão ser acrescentadas em breve. O líder do PT, Tarcísio Zimmermann, mostrou que houve uma redução de servidores (de 173 mil para 155 mil) e que o orçamento passou de R$ 19,5 bilhões para R$ 63,4 bilhões. Ele disse que não se pode pensar apenas em destruição: “É muito fácil sair destruindo e extinguindo as coisas, a questão é que se deve pensar em reconstrução”, revelou Zimmermann. O líder do PMDB, Gilberto Capoani, disse que é necessário respeitar o desejo dos eleitores que querem um Rio Grande do Sul prestador de serviços. O parlamentar expôs que estas medidas é para transformar o Estado.

Fonte: Jornalismo Folha do Nordeste

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