
Dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul mostram que o Estado encerrou o primeiro semestre de 2025 com uma redução de 22% nas mortes violentas, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os homicídios apresentaram queda de 27%, passando de 750 vítimas em 2024 para 549 em 2025, enquanto os latrocínios (roubos seguidos de morte) caíram 28% – de 18 para 13 casos.
Apesar da tendência de queda geral, os feminicídios aumentaram de 30 para 36 ocorrências, o que representa uma elevação de 20% no período de janeiro a junho.
Crimes contra o patrimônio também diminuem
A redução também foi expressiva nos crimes contra o patrimônio. As ocorrências bancárias caíram 74%, passando de 19 para cinco casos. O roubo a pedestres teve queda de 21%, com 6.335 registros neste ano frente a 7.978 no ano anterior. O número de roubos de veículos também foi menor, caindo de 1.197 para 1.057 ocorrências.
No meio rural, os registros de abigeato (furto de gado) seguiram em queda: 1.443 ocorrências em 2025 contra 1.657 em 2024, uma retração de 13%. Os roubos em transportes coletivos reduziram 16% (de 174 para 146) e os roubos em estabelecimentos comerciais também diminuíram 16%, com 2.118 episódios registrados neste ano contra 2.514 no ano passado.
Junho também aponta tendência de queda
Isoladamente, o mês de junho de 2025 também apresentou queda nos homicídios, com 85 vítimas, frente a 97 no mesmo mês de 2024 – uma redução de 12%. Já os feminicídios no mês aumentaram de dois para seis casos, e os latrocínios passaram de zero, em junho de 2024, para quatro registros este ano.
Nos crimes patrimoniais, o abigeato em junho caiu 23% (de 319 para 245 casos), enquanto os roubos a agências bancárias despencaram 71%, passando de sete para dois registros. Já o roubo a pedestres caiu de 1.081 para 907 ocorrências (redução de 16%). No entanto, os roubos a comércios aumentaram: foram 299 em junho de 2024 e 356 em 2025, uma elevação de 19%.
Apesar de algumas oscilações pontuais, os indicadores reforçam o impacto das ações integradas de segurança, prevenção e policiamento ostensivo no Rio Grande do Sul.


Dados divulgados pela Secretaria da Segurança Pública do Rio Grande do Sul mostram que o Estado encerrou o primeiro semestre de 2025 com uma redução de 22% nas mortes violentas, em comparação com o mesmo período do ano passado. Os homicídios apresentaram queda de 27%, passando de 750 vítimas em 2024 para 549 em 2025, enquanto os latrocínios (roubos seguidos de morte) caíram 28% – de 18 para 13 casos.
Apesar da tendência de queda geral, os feminicídios aumentaram de 30 para 36 ocorrências, o que representa uma elevação de 20% no período de janeiro a junho.
Crimes contra o patrimônio também diminuem
A redução também foi expressiva nos crimes contra o patrimônio. As ocorrências bancárias caíram 74%, passando de 19 para cinco casos. O roubo a pedestres teve queda de 21%, com 6.335 registros neste ano frente a 7.978 no ano anterior. O número de roubos de veículos também foi menor, caindo de 1.197 para 1.057 ocorrências.
No meio rural, os registros de abigeato (furto de gado) seguiram em queda: 1.443 ocorrências em 2025 contra 1.657 em 2024, uma retração de 13%. Os roubos em transportes coletivos reduziram 16% (de 174 para 146) e os roubos em estabelecimentos comerciais também diminuíram 16%, com 2.118 episódios registrados neste ano contra 2.514 no ano passado.
Junho também aponta tendência de queda
Isoladamente, o mês de junho de 2025 também apresentou queda nos homicídios, com 85 vítimas, frente a 97 no mesmo mês de 2024 – uma redução de 12%. Já os feminicídios no mês aumentaram de dois para seis casos, e os latrocínios passaram de zero, em junho de 2024, para quatro registros este ano.
Nos crimes patrimoniais, o abigeato em junho caiu 23% (de 319 para 245 casos), enquanto os roubos a agências bancárias despencaram 71%, passando de sete para dois registros. Já o roubo a pedestres caiu de 1.081 para 907 ocorrências (redução de 16%). No entanto, os roubos a comércios aumentaram: foram 299 em junho de 2024 e 356 em 2025, uma elevação de 19%.
Apesar de algumas oscilações pontuais, os indicadores reforçam o impacto das ações integradas de segurança, prevenção e policiamento ostensivo no Rio Grande do Sul.
