SICOM manifesta preocupação com proposta de redução da jornada de trabalho


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Foto: Divulgação 27/05/2026

O SICOM encaminhou manifestação oficial a deputados federais demonstrando preocupação com a tramitação das propostas que tratam da redução da jornada de trabalho no país.

O posicionamento é assinado pelo presidente da entidade, Valterez Ferreira da Silva, e faz referência à votação do relatório da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 221/2019 e a PEC 8/2025, relacionadas às mudanças na jornada de trabalho.

No documento, o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha defende que alterações trabalhistas precisam ser conduzidas com responsabilidade, observando critérios como transição gradual, segurança jurídica, preservação da competitividade das empresas e sustentabilidade econômica.

O texto também aponta preocupação com a velocidade do debate no Congresso Nacional, especialmente em período eleitoral, destacando que não houve aprofundamento suficiente sobre os impactos econômicos das medidas propostas.

Segundo o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha, não foram considerados mecanismos de implementação escalonada da redução da jornada, principalmente diante das mudanças econômicas relacionadas à Reforma Tributária.

Outro ponto destacado pela entidade é a defesa da valorização da negociação coletiva entre empregados e empregadores, considerada pelo sindicato como fundamental nas relações de trabalho.

Na manifestação, o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha argumenta que diversos países têm adotado modelos mais flexíveis nas relações trabalhistas para permitir adaptação gradual às transformações econômicas e sociais.

Ao final do documento, o sindicato solicita aos parlamentares voto contrário à proposta, caso não sejam incluídos mecanismos de transição e maior valorização da negociação coletiva.

O SICOM encaminhou manifestação oficial a deputados federais demonstrando preocupação com a tramitação das propostas que tratam da redução da jornada de trabalho no país.

O posicionamento é assinado pelo presidente da entidade, Valterez Ferreira da Silva, e faz referência à votação do relatório da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a PEC 221/2019 e a PEC 8/2025, relacionadas às mudanças na jornada de trabalho.

No documento, o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha defende que alterações trabalhistas precisam ser conduzidas com responsabilidade, observando critérios como transição gradual, segurança jurídica, preservação da competitividade das empresas e sustentabilidade econômica.

O texto também aponta preocupação com a velocidade do debate no Congresso Nacional, especialmente em período eleitoral, destacando que não houve aprofundamento suficiente sobre os impactos econômicos das medidas propostas.

Segundo o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha, não foram considerados mecanismos de implementação escalonada da redução da jornada, principalmente diante das mudanças econômicas relacionadas à Reforma Tributária.

Outro ponto destacado pela entidade é a defesa da valorização da negociação coletiva entre empregados e empregadores, considerada pelo sindicato como fundamental nas relações de trabalho.

Na manifestação, o Sindicato das Indústrias, da Construção e do Mobiliário de Lagoa Vermelha argumenta que diversos países têm adotado modelos mais flexíveis nas relações trabalhistas para permitir adaptação gradual às transformações econômicas e sociais.

Ao final do documento, o sindicato solicita aos parlamentares voto contrário à proposta, caso não sejam incluídos mecanismos de transição e maior valorização da negociação coletiva.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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