Sossella celebra suspensão de demarcações de terras indígenas no Rio Grande do Sul


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29/05/2013

Foi com muita alegria que o deputado estadual Gilmar Sossella (PDT) recebeu, na terça-feira (28), a notícia de que o governo federal suspendeu o processo de demarcação de terras indígenas no Rio Grande do Sul (RS) por parte da Fundação Nacional do Índio (Funai) e pediu novos estudos sobre as áreas. Esta medida atende a reinvindicação que Sossella, juntamente com outros deputados e lideranças do Estado, levaram a Brasília na semana passada. Além do Rio Grande do Sul, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, afirmou que as mesmas medidas serão tomadas nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. O governo federal também anunciou que prepara um novo modelo para a demarcação de terras indígenas, que propõe a consulta de mais de um órgão durante os procedimentos necessários para demarcar novos territórios. Na quinta-feira (23), Sossella levou a Brasília sua luta em defesa dos pequenos agricultutores gaúchos que sofrem com a demarcação indiscriminada de áreas indígenas por parte da Funai. Ele foi um dos participantes da audiência, realizada no Palácio do Planalto, com os ministros da Justiça, José Eduardo Cardoso, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, com o Secretário Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e com a Advocacia Geral da União, representada por Luiz Inácio Adams, além de prefeitos, vereadores e integrantes da Fetraf-Sul. A audiência foi intermediada pelo governador Tarso Genro. Nela, a Fetraf apresentou o grave problema que os agricultores familiares estão vivendo por imposição da Funai. Como encaminhamentos, ficou definido que todos os estudos que estão em andamento passarão por uma revisão, inclusive os que já tem portaria declaratória como os casos de Sananduva e Getúlio Vargas, no Norte do Estado. Estão sendo reivindicadas 106 áreas, o que atingiria 30 mil familias de pequenos agricultores. "Ficamos muito satisfeitos com a decisão do governo federal. Não se pode continuar com este processo que tira a terra de quem produz e que possui toda documentação da maneira arbitrária e sem chance igualitária de defesa como vinha sendo feito pela Funai. Nossa luta continuará", garantiu Sossella.

Foi com muita alegria que o deputado estadual Gilmar Sossella (PDT) recebeu, na terça-feira (28), a notícia de que o governo federal suspendeu o processo de demarcação de terras indígenas no Rio Grande do Sul (RS) por parte da Fundação Nacional do Índio (Funai) e pediu novos estudos sobre as áreas. Esta medida atende a reinvindicação que Sossella, juntamente com outros deputados e lideranças do Estado, levaram a Brasília na semana passada. Além do Rio Grande do Sul, a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, afirmou que as mesmas medidas serão tomadas nos estados do Paraná, Mato Grosso do Sul e Santa Catarina. O governo federal também anunciou que prepara um novo modelo para a demarcação de terras indígenas, que propõe a consulta de mais de um órgão durante os procedimentos necessários para demarcar novos territórios. Na quinta-feira (23), Sossella levou a Brasília sua luta em defesa dos pequenos agricultutores gaúchos que sofrem com a demarcação indiscriminada de áreas indígenas por parte da Funai. Ele foi um dos participantes da audiência, realizada no Palácio do Planalto, com os ministros da Justiça, José Eduardo Cardoso, da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, com o Secretário Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, e com a Advocacia Geral da União, representada por Luiz Inácio Adams, além de prefeitos, vereadores e integrantes da Fetraf-Sul. A audiência foi intermediada pelo governador Tarso Genro. Nela, a Fetraf apresentou o grave problema que os agricultores familiares estão vivendo por imposição da Funai. Como encaminhamentos, ficou definido que todos os estudos que estão em andamento passarão por uma revisão, inclusive os que já tem portaria declaratória como os casos de Sananduva e Getúlio Vargas, no Norte do Estado. Estão sendo reivindicadas 106 áreas, o que atingiria 30 mil familias de pequenos agricultores. "Ficamos muito satisfeitos com a decisão do governo federal. Não se pode continuar com este processo que tira a terra de quem produz e que possui toda documentação da maneira arbitrária e sem chance igualitária de defesa como vinha sendo feito pela Funai. Nossa luta continuará", garantiu Sossella.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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