
O ex-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gilmar Sossella (PDT), usou a tribuna para prestar esclarecimentos a respeito dos fatos que levaram o TRE a cassar seu mandato, na tarde de ontem, e os motivos que o levarão a recorrer da sentença junto ao TSE. Conforme Sossella, o jantar de arrecadação de fundos para sua campanha foi comunicado com antecedência ao TRE, como a lei exige. A Justiça eleitoral esteve lá e confirmou a realização do jantar, do qual prestamos conta, aduziu, acrescentando que a compra dos ingressos foram inclusive, na sua grande maioria, feita de forma voluntária. Com referência à colocação de cartazes dentro do Parlamento, lembrou a existência de legislação eleitoral e resolução de Mesa que definem critérios, em épocas eleitorais, e que permitem a afixação dos mesmos nos gabinetes parlamentares e nas assessorias de lideranças partidárias. Observou, também, que os valores gastos com telefones foram ressarcidos em sua totalidade, assim como fizeram outros parlamentares, baseados em parecer da procuradoria da Casa. Não gastamos um centavo do dinheiro público, afirmou. O deputado enalteceu o voto do relator, desembargador Luiz Felipe Brasil Santos, pela sua absolvição, e que o mesmo deverá embasar sua defesa junto ao TSE. Emocionado e muito aplaudido pelos seus pares, antes de concluir disse que um jantar não pode ser motivo para sua cassação e que, em respeito a seus 57.490 eleitores, irá buscar a devida reparação junto ao TSE, com muita confiança na Justiça Eleitoral.

O ex-presidente da Assembleia Legislativa, deputado Gilmar Sossella (PDT), usou a tribuna para prestar esclarecimentos a respeito dos fatos que levaram o TRE a cassar seu mandato, na tarde de ontem, e os motivos que o levarão a recorrer da sentença junto ao TSE. Conforme Sossella, o jantar de arrecadação de fundos para sua campanha foi comunicado com antecedência ao TRE, como a lei exige. A Justiça eleitoral esteve lá e confirmou a realização do jantar, do qual prestamos conta, aduziu, acrescentando que a compra dos ingressos foram inclusive, na sua grande maioria, feita de forma voluntária. Com referência à colocação de cartazes dentro do Parlamento, lembrou a existência de legislação eleitoral e resolução de Mesa que definem critérios, em épocas eleitorais, e que permitem a afixação dos mesmos nos gabinetes parlamentares e nas assessorias de lideranças partidárias. Observou, também, que os valores gastos com telefones foram ressarcidos em sua totalidade, assim como fizeram outros parlamentares, baseados em parecer da procuradoria da Casa. Não gastamos um centavo do dinheiro público, afirmou. O deputado enalteceu o voto do relator, desembargador Luiz Felipe Brasil Santos, pela sua absolvição, e que o mesmo deverá embasar sua defesa junto ao TSE. Emocionado e muito aplaudido pelos seus pares, antes de concluir disse que um jantar não pode ser motivo para sua cassação e que, em respeito a seus 57.490 eleitores, irá buscar a devida reparação junto ao TSE, com muita confiança na Justiça Eleitoral.