Taxa de desemprego cai para 6,9% no trimestre encerrado em junho


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Foto: Wilson Dias 07/08/2024

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em junho caiu para 6,9%, o menor resultado para um trimestre desde janeiro de 2015, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (31).

No trimestre anterior, a taxa estava em 7,9%, enquanto no segundo trimestre de 2023 era de 8%. A marca de junho é menos da metade do pico de 14,9% registrado em março de 2021, durante o auge da pandemia de covid-19. O menor índice da série foi de 6,3% em dezembro de 2013.

O número de pessoas buscando trabalho foi de 7,5 milhões, o menor desde fevereiro de 2015, uma queda de 12,5% no trimestre e de 12,8% em relação ao ano anterior. A população ocupada alcançou 101,8 milhões, um aumento de 1,6% em relação ao trimestre anterior e 3% sobre o ano anterior.

A coordenadora de pesquisas do IBGE, Adriana Beringuy, destacou que o comércio, a administração pública e as atividades de informação e comunicação tiveram alta na ocupação, refletindo a melhora econômica e o aumento da renda.

A taxa de informalidade caiu para 38,6%, e o número de empregados no setor privado chegou a 52,2 milhões, com recordes tanto de trabalhadores com carteira assinada (38,4 milhões) quanto sem carteira (13,8 milhões).

O rendimento médio do trabalhador foi de R$ 3.214, um aumento de 1,8% no trimestre e 5,8% na comparação anual, com a massa de rendimentos atingindo R$ 322,6 bilhões no segundo trimestre de 2024.

A divulgação do IBGE ocorreu um dia após os dados do Novo Caged, que mostraram um saldo positivo de 201.705 empregos em junho, resultando em 1,3 milhão de vagas no acumulado do ano e 1,7 milhão nos últimos 12 meses.

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em junho caiu para 6,9%, o menor resultado para um trimestre desde janeiro de 2015, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) divulgada pelo IBGE nesta quarta-feira (31).

No trimestre anterior, a taxa estava em 7,9%, enquanto no segundo trimestre de 2023 era de 8%. A marca de junho é menos da metade do pico de 14,9% registrado em março de 2021, durante o auge da pandemia de covid-19. O menor índice da série foi de 6,3% em dezembro de 2013.

O número de pessoas buscando trabalho foi de 7,5 milhões, o menor desde fevereiro de 2015, uma queda de 12,5% no trimestre e de 12,8% em relação ao ano anterior. A população ocupada alcançou 101,8 milhões, um aumento de 1,6% em relação ao trimestre anterior e 3% sobre o ano anterior.

A coordenadora de pesquisas do IBGE, Adriana Beringuy, destacou que o comércio, a administração pública e as atividades de informação e comunicação tiveram alta na ocupação, refletindo a melhora econômica e o aumento da renda.

A taxa de informalidade caiu para 38,6%, e o número de empregados no setor privado chegou a 52,2 milhões, com recordes tanto de trabalhadores com carteira assinada (38,4 milhões) quanto sem carteira (13,8 milhões).

O rendimento médio do trabalhador foi de R$ 3.214, um aumento de 1,8% no trimestre e 5,8% na comparação anual, com a massa de rendimentos atingindo R$ 322,6 bilhões no segundo trimestre de 2024.

A divulgação do IBGE ocorreu um dia após os dados do Novo Caged, que mostraram um saldo positivo de 201.705 empregos em junho, resultando em 1,3 milhão de vagas no acumulado do ano e 1,7 milhão nos últimos 12 meses.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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