Yara Machado lança livro em Lagoa Vermelha


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Marcos Nepomuceno 11/12/2010 Ritual das Estações foi autografado pela autora

Depois de haver participado de várias antologias, Yara Machado lança seu primeiro livro solo, Ritual das Estações. Os personagens são múltiplos e diversificados, mas o tema recorrente é a mulher na sua relação familiar, social e profissional, com seus anseios de realização, satisfação e busca de plenitude. Contos como “Mulher do século XXI”, “Ciúme” e “Lobas” compõem a imagem “da mulher sem culpa, ser que ama e crê no mundo”, como se lê no texto que abre o livro. O lançamento, em Lagoa Vermelha, aconteceu nesta sexta-feira, dia 10 de dezembro, a partir das 17h 30min, na Boutique Giovanezza. A escritora Léa Masina diz a seu respeito: “Por diversas razões, Ritual das estações é um livro que estreia para ser festejado: além da diversidade e riqueza temática, há que se destacar a linguagem da escritora que alcança momentos de rara beleza e elegância poética, a enriquecer esses pequenos mundos de imensa solidão. Ode sobre o tempo que passa, como se lê em “O último embarque”, o livro se encerra com o conto “Lobas”, cuja analogia com as mulheres irá, com certeza, deliciar seus futuros leitores”.

Depois de haver participado de várias antologias, Yara Machado lança seu primeiro livro solo, Ritual das Estações. Os personagens são múltiplos e diversificados, mas o tema recorrente é a mulher na sua relação familiar, social e profissional, com seus anseios de realização, satisfação e busca de plenitude. Contos como “Mulher do século XXI”, “Ciúme” e “Lobas” compõem a imagem “da mulher sem culpa, ser que ama e crê no mundo”, como se lê no texto que abre o livro. O lançamento, em Lagoa Vermelha, aconteceu nesta sexta-feira, dia 10 de dezembro, a partir das 17h 30min, na Boutique Giovanezza. A escritora Léa Masina diz a seu respeito: “Por diversas razões, Ritual das estações é um livro que estreia para ser festejado: além da diversidade e riqueza temática, há que se destacar a linguagem da escritora que alcança momentos de rara beleza e elegância poética, a enriquecer esses pequenos mundos de imensa solidão. Ode sobre o tempo que passa, como se lê em “O último embarque”, o livro se encerra com o conto “Lobas”, cuja analogia com as mulheres irá, com certeza, deliciar seus futuros leitores”.

Fonte: Jornalismo - Folha do Nordeste

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