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A centelha Paixão Côrtes em Lagoa Vermelha - 31/07/2026

É amanhã, no CTG Alexandre Pato. Centelha que iniciou sua caminhada histórica em 2014, com a missão de visitar países onde existem Centros de Tradições e núcleos tradicionalistas, passará pelo município amanhã e depois toma o rumo dos EUA. 
Os encarregados para esse traslado são o presidente Internacional do Movimento Tradicionalista, Nei Zardo, e sua respeitada comitiva, ciceroneada pelo grande Omair Trindade. O movimento é justo exatamente para homenagear Paixão Côrtes, cidadão que muito contribuiu para que nossa cultura fosse amplamente conhecida no mundo, com destaque para danças, vestimentas, literatura e gastronomia. Lembrando que João Carlos D’Avila Paixão Côrtes, como agrônomo, foi responsável pela expansão do mercado de ovelhas e novas tecnologias, como tosquia, gastronomia e desosse. É personagem decisiva da cultura gaúcha, autor de várias músicas, como Xote Carreirinho, Hino ao Rio Grande, Boi Barroso, Chimarrita, Prenda Minha. Levou nossa cultura mundo a fora, inclusive no famoso Olympia, de Paris. Como folclorista, compositor, cantor, radialista e pesquisador, escreveu vários livros, sem esquecer Danças Biriva do Tropeirismo Gaúcho. Estaremos presentes nesse raro momento de cultura.
 
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O BRASIL É A NOSSA CASA - É nossa propriedade. Então falar nela e lutar por ela sem receio é nossa obrigação. Afinal, é aqui nascemos e vivemos, com nossos sonhos e desejos de realizações, constituímos famílias e organizamos nossas vidas. Logicamente que devemos falar sobre a nossa casa hoje e sempre. Como proprietário, me preocupa o futuro, visto que vivemos momentos de desconforto presentemente em função da eleição. Me preocupa o comportamento do nosso gerente, que está no comando há quase um quarto de século embora atitudes e condutas não tenham sofrido alterações. O Brasil está empacado e com horizonte internacional vacilante e indefinido, na medida em que ele se omite aos ímpetos antidemocráticos de alguns vizinhos que também adoram viver no poder por décadas. Esta seletividade de suas relações pode contribuir para isolar nossa casa das nações democráticas. Igualmente me preocupa o comportamento dos adversários, esses que pretendem administrar a nossa casa futuramente. Desunidos, dão mais munição para o octogenário e falastrão gerente continuar no poder. Me preocupo ainda, com uma parcela de brasileiros que, sem nenhum conhecimento, deseja que tudo venha do governo. Nada fácil a vida de nossa casa.
 
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MUITA ÁGUA - Caindo na terça-feira quando, entrincheirado dentro de casa, escrevo esta coluna para a Folha do Nordeste. Chove demais e junto chegam os prejuízos, que já são sentidos. Mas, nada podemos fazer senão lembrar a oração do Pai Nosso: “seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu”. A solução é ler, para passar o tempo. Li muito sobre turismo, objetivo desejado por muitos, mas a experiência ensina que ele só existe onde a comunidade estiver disposta, unida e com orgulho do que tem. Na região das Hortências aconteceu três eventos incríveis em raio de 20 kms, de deixar a gente de beiço caído: Festival do Fondue em Gramado, em Canela Festa Colonial e em Nova Petrópolis, Festival Internacional do Folclore. Demais de bom. E ao encerrar, nosso tradicional abraço, que hoje vai para Débora e Rita, da elegante loja Moon, e Edgar e Cesar Zanin, comandantes do Moinho Lagoense, patrimônio desta cidade, fundado em 1960, ali na entrada do Bairro Gaúcha. É gente que lê a Folha.

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