COLUNISTAS
Esperar o que do ano novo? 03/01/2025
Pois, meus amigos, 2024 já era. Acabou. Quem fez, fez, quem não fez não fará mais este ano. Tenho certeza que ficaram muitos planos, muitos projetos, sonhos, desejos, romances imaginados, desejados, mas que acabaram, simplesmente, morrendo na praia. Ficaram sem fazer. Não aconteceram.
Até amores projetados minguaram. Não aconteceram. É assim, porque a vida é a vida. Cheia de altos e baixos. Repleta de vitórias e derrotas.
De coisas que acontecem e de outras tantas que ficaram adiadas. A vida nos ensina que precisamos renovar sonhos e desejos a cada dia, sempre com persistência, com vontade e competência. E a grande lição do dia a dia, nos mostra o caminho.
É preciso renovar os sonhos. Se cair, precisamos levantar como o presidente Jimmy Carter, que morreu aos 100 anos, sempre acreditando em novos sonhos de liberdade, de bondade, de humanidade, de igualdade e democracia para todos os povos. Sim, este presidente norte-americano que nunca teve medo de sonhar de dizer e buscar a verdade e a justiça aos oprimidos.
Confesso que os trágicos dias de 2024, com inundações, mortes, flagelos sociais, não poderiam ter sido melhor encerrados com o mundo inteiro reconhecendo o trabalho, o sonho e o legado deste homem que precisou de 100 anos para que seus concidadãos norte-americanos e o mundo inteiro reconheçam, respeitem, guardem e sigam o seu legado. Um pouco do que sonhou o ex-presidente norte-americano, Jimmy Carter, que nos deixou no domingo, dia 29, é o que desejo a todos vocês, meus amigos leitores neste 2025 que iniciamos.
Feliz Ano Novo a todos! Saúde e paz, o resto a gente corre atrás!
O ANO VELHO QUE VAI E O NOVO QUE VEM. Passamos o Natal e todos os olhares se voltaram para os festejos da virada do Ano Novo e encerramento do ano velho, 2024, que já era.
O QUE TINHA QUE DAR JÁ DEU. E não adianta chorar o leite derramado, os erros cometidos ou as coisas que foram feitas mal, ou simplesmente deixaram de ser feitas por esta ou aquela razão.
AS AVALIAÇÕES E PLANOS PARA 2025. É o que a grande maioria se preocupa em fazer nestes dias. Muitos projetos pessoais, planos daqui e dali são escritos, são agendados para serem executados nos próximos 12 meses.
AS FRUSTRAÇÕES OCORREM EM TODAS AS FAMÍLIAS. Não existe uma que não tenha alguém frustrado, com mágoas e curando a ressaca do seu fracasso pessoal. Por esta e por outras razões, devemos protelar coisas que possamos realizar.
AS POSSES NA ORDEM DO DIA. O dia 1º de janeiro marcou não só a virada, mas o começo ou início de uma jornada de quatro anos, seja no Executivo ou no Legislativo. Prefeitos, prefeitas e vereadores, reeleitos ou novos, estarão dando o ponta pé inicial em mais uma jornada cívica de quatro anos.
OS DESTINOS DOS MUNICÍPIOS ENTRAM EM NOVA FASE. Mudanças sempre esperadas pela maioria da população que votou e escolheu os novos gerentes do Poder Executivo, seu vice-prefeito e representantes no Poder Legislativo.
MUITO CHORO E RANGER DE DENTES AINDA SE OUVE de parte de quem perdeu a eleição de outubro. As mudanças começaram a acontecer após a posse em primeiro de janeiro. Muitos projetos foram abandonados relegados ao esquecimento.
GAVETAS VAZIAS, AGENDAS REPLETAS de planos e pedidos de emprego. Quem trabalhou, quem esteve ao lado dos vitoriosos, em tese, se acha no direito de reivindicar um "ganchinho", uma “tetinha”.
OS PARTIDOS VITORIOSOS TENTAM ADMINISTRAR. Mas tanta sede, tanta fome, mas os CCs são poucos para tantas bocas ávidas, por um "mamazinho", por um emprego na Prefeitura. Afinal, eu ajudei o prefeito chegar lá; agora, quero.
E ASSIM VAI A LADAINHA. Os acertos, os conchavos, os compromissos, acabam sendo pouco para muitos que desejam uma retribuição pela força que deu e até meu nome como vereador eu ofereci e fiz meus votinhos.
AGORA MEREÇO UM BOM CC. Este o verbo mais ouvido nestes dias que que marcam o início da próxima legislatura, dos próximos 48 meses de governos municipais. O exemplo começa por nossa Lagoa Vermelha e se estende Brasil a fora.
ELEITOS CONVOCADOS, DERROTADOS DISPENSADOS. É a lei do jogo democrático. Quem venceu assume o comando, o protagonismo. Quem perdeu recebe a oportunidade de se preparar bem para a próxima eleição daqui a quatro anos.
UMA BOA AUTOCRÍTICA é recomendada para quem deseja se candidatar novamente. Analisar os pontos fracos, os erros, se organizar e vir novamente, quem sabe, com novos projetos, com novas bandeiras. Este é o processo democrático.
SEM LAMÚRIAS DE QUEM PERDEU. E sem ostentação de quem venceu. Todos, vencidos e vencedores, têm suas responsabilidades como cidadãos que pensam na comunidade, não apenas no seu interesse pessoal.