
O governador Eduardo Leite anunciou em live na tarde desta quinta-feira, 25, o fim da cogestão. O anúncio foi feito após reunião virtual com a direção da Famurs, em reunião virtual com a Federação da Associação de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).
Embora a contrariedade de grande parte dos prefeitos que queriam a manutenção, foi determinado o fim da cogestão no modelo de distanciamento controlado.
A partir deste sábado, e até 7 de março, as regiões terão que cumprir os protocolos originais das bandeiras que receberam – vermelha ou preta.
As medidas entram em vigor a partir de sábado (27). Assim, as cidades que estão nas 11 regiões em bandeira preta e tomaram medidas mais flexíveis do que as estabelecidas nesta classificação. É o que acontece com a região de Passo Fundo, que estava seguindo regras da bandeira vermelha.
Durante o encontro virtual, ele defendeu um “comando central” para o enfrentamento da pandemia, que se aproxima de um colapso no Rio Grande do Sul.
O presidente da Famurs, Maneco Hassen, defendeu a suspensão temporária da gestão compartilhada, mas pediu que o Piratini tenha “pulso firme” na cobrança de mais vacinas ao governo federal.
“Sentimos falta de algo que nos deixasse mais esperançosos com a vacinação. Quase 50 dias que iniciou a vacinação, já iniciou atrasada e com problemas, do governo federal, e continuamos com o mesmo problema com expectativas que não se cumprem. Sentimos falta de uma cobrança mais firme ao governo federal”, afirmou.

O governador Eduardo Leite anunciou em live na tarde desta quinta-feira, 25, o fim da cogestão. O anúncio foi feito após reunião virtual com a direção da Famurs, em reunião virtual com a Federação da Associação de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs).
Embora a contrariedade de grande parte dos prefeitos que queriam a manutenção, foi determinado o fim da cogestão no modelo de distanciamento controlado.
A partir deste sábado, e até 7 de março, as regiões terão que cumprir os protocolos originais das bandeiras que receberam – vermelha ou preta.
As medidas entram em vigor a partir de sábado (27). Assim, as cidades que estão nas 11 regiões em bandeira preta e tomaram medidas mais flexíveis do que as estabelecidas nesta classificação. É o que acontece com a região de Passo Fundo, que estava seguindo regras da bandeira vermelha.
Durante o encontro virtual, ele defendeu um “comando central” para o enfrentamento da pandemia, que se aproxima de um colapso no Rio Grande do Sul.
O presidente da Famurs, Maneco Hassen, defendeu a suspensão temporária da gestão compartilhada, mas pediu que o Piratini tenha “pulso firme” na cobrança de mais vacinas ao governo federal.
“Sentimos falta de algo que nos deixasse mais esperançosos com a vacinação. Quase 50 dias que iniciou a vacinação, já iniciou atrasada e com problemas, do governo federal, e continuamos com o mesmo problema com expectativas que não se cumprem. Sentimos falta de uma cobrança mais firme ao governo federal”, afirmou.